PORTUGAL 0 - 0 MACEDÓNIA
Desde já devo advertir que não vi um minuto sequer do jogo.
É natural que as considerações sobre o mesmo estão condicionadas, ao que se lê, ao que se ouve e a uma hipotética fantasia da minha cabeça.
Mesmo sem ver o jogo, este resultado é extremamente motivador.
Eu ,explico: este jogo serve para verificar e corrigir, possíveis erros técnico-tácticos, para incutir vontades extra nos menos utilizados e um alerta aos que habitualmente jogam.
Se na nossa vida aprendemos com os erros cometemos, mais obrigação tem eles de o fazer.
Não é desculpa para não ganhar o jogo, mas não é preferível detectar erros a tapar o sol com a peneira dos golos?
É natural que era a Macedónia,pelos vistos era uma salada razoável o suficiente para não sofrer golos.
Os nossos directos adversários do Euro, perderam todos.
A Alemanha perdeu na Suíça (5-3), a Holanda perdeu em casa com a Bulgária 1-2 e a Dinamarca perdeu em casa com o Brasil 1-3.
Conclusão, mesmo jogando contra uma salada, fomos o que fizemos o melhor resultado, um empate.
Todos fizeram experiências, todos utilizaram jogadores menos utilizados...
Estes jogos servem mesmo para isso, o resultado é o menos importante, afinar agulhas para que as linhas não falhem no feitio do fato.
Portugal, pode (deve) fazer um bom Europeu, tem qualidade para isso,mesmo que os adversários sejam hipotéticamente temíveis.
Para mim, a chave desta selecção é jogar com prazer e alegria logo a qualidade vem ao de cima.
FORÇA PORTUGAL! ATÉ BREVE!!
Other words same feeling
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL: A GRANDE BRIOSA!!!
ACADÉMICA 1 - 0 SPORTING
(marinho)
Chegar à final do Jamor é uma epopeia.
É a epopeia mais desejada pelo clubes portugueses., pelo aquilo que representa, tanto pelo simbolismo como pela festa, a verdadeira festa do futebol nacional.
Quem verdadeiramente acreditaria neste resultado final?
Só os de Coimbra, esperança não faltava, mas a realidade das diferenças e dos favoritismos mostravam o contrário.
Afinal enganaram-se os favoritos, e os sonhadores triunfaram, porque simplesmente fizeram por tornar o sonho realidade.
A Académica ao marcar cedo (4 minutos), desequilibrou a cabeça aos leões, bloqueou-os.
Marinho apareceu sozinho a cabecear com êxito, pela direita e bateu Patrício.
O Sporting acusou o golo, nunca foi capaz de desenvolver ideias e soluções perante a grande organização defensiva academista.
A tranquilidade académica, uma vantagem tem destas coisas, libertou um jogo bonito e animado.
Toda a serenidade, mostrou que afinal quem fica nervoso por vezes são os 'colossos'.
O Sporting foi uma sombra, uma sombra muito escura, da alegria que vinha mostrando.
Faltou vontade, faltou alegria, faltou o crer.
Faltou porque simplesmente, estava esgotado, ou seja, estava todo do outro lado do campo.
O Sporting embarcou numa estranha apatia e só no final do 1º tempo chegou à baliza adversária.
Todos estariam incrédulos, com este Sporting, até mesmo a Académica que esperaria um Sporting mais pressionante e perigoso.
Haveriam sempre secretas esperanças que no 2º tempo, o Sporting mostra-se maior animação.
Sá Pinto apostou em Ismailov, saindo Elias,a magia russa podia ser a chave mestra para abrir caminho à vitória.
Curiosamente, foi a Académica de desfrutou de duas chances que aniquilavam os leões.
Edinho, isolado (em fora de jogo) não conseguiu enganar Patrício. De seguida, isolado na área, o mesmo Edinho conseguiu chutar contra si próprio, atrapalhando-se.
Um sinal mais em apenas 5 minutos, que podia matar o jogo.
O Sporting foi acordando aos poucos,mas o coração era o seu fio condutor.
Wolfswinkel teve a chance de empatar, mas Ricardo anulou as duas investidas.
A cabeça não conseguia pensar para ultrapassar a bem estruturada Académica.
Os 'estudantes' faziam questão de acabar as jogadas a meio campo, matar os desejos cedo antes que se concretizassem.
Sá pinto volta a apostar na rapidez e na juventude de André santos, saiu Insúa, uma cabeça fresca podia tirar um coelho da cartola.
Ricardo começou a aparecer mais no jogo, a bola rondou mais a sua baliza, mas o Sporting mostrava níveis de ansiedade que não o deixava pensar.
Os 'estudantes',ao comando de Abdoulaye na defesa , iam sacudindo as meras investidas leoninas.
Adrien pensava o jogo da briosa e lá na frente era Marinho e Edinho a tentar surpreender.
Schaars descaiu na esquerda da defesa, e o miúdo Martins tomou a rédea Sportinguista.
O tempo ia passando, o Sporting decidiu apostar no resto que podia, Oneywu foi para frente para ajudar, depois de entrar Jeffren , Carrillo juntou-se a Wolfswinkel na frente.
Foi um chuveirinho desesperante, que a briosa sacudiu com estilo.
Estava escrito algures que 73 anos depois da taça inaugural, Coimbra voltava a ter outra.
O apito final só veio confirmar uma vitória da equipa mais serena, objectiva e de quem fez mais por merecer a taça.
Não é vergonha perder, vergonha é não querer ganhar quando é essa a obrigação duma equipa como o Sporting.
(marinho)
Chegar à final do Jamor é uma epopeia.
É a epopeia mais desejada pelo clubes portugueses., pelo aquilo que representa, tanto pelo simbolismo como pela festa, a verdadeira festa do futebol nacional.
Quem verdadeiramente acreditaria neste resultado final?
Só os de Coimbra, esperança não faltava, mas a realidade das diferenças e dos favoritismos mostravam o contrário.
Afinal enganaram-se os favoritos, e os sonhadores triunfaram, porque simplesmente fizeram por tornar o sonho realidade.
A Académica ao marcar cedo (4 minutos), desequilibrou a cabeça aos leões, bloqueou-os.
Marinho apareceu sozinho a cabecear com êxito, pela direita e bateu Patrício.
O Sporting acusou o golo, nunca foi capaz de desenvolver ideias e soluções perante a grande organização defensiva academista.
A tranquilidade académica, uma vantagem tem destas coisas, libertou um jogo bonito e animado.
Toda a serenidade, mostrou que afinal quem fica nervoso por vezes são os 'colossos'.
O Sporting foi uma sombra, uma sombra muito escura, da alegria que vinha mostrando.
Faltou vontade, faltou alegria, faltou o crer.
Faltou porque simplesmente, estava esgotado, ou seja, estava todo do outro lado do campo.
O Sporting embarcou numa estranha apatia e só no final do 1º tempo chegou à baliza adversária.
Todos estariam incrédulos, com este Sporting, até mesmo a Académica que esperaria um Sporting mais pressionante e perigoso.
Haveriam sempre secretas esperanças que no 2º tempo, o Sporting mostra-se maior animação.
Sá Pinto apostou em Ismailov, saindo Elias,a magia russa podia ser a chave mestra para abrir caminho à vitória.
Curiosamente, foi a Académica de desfrutou de duas chances que aniquilavam os leões.
Edinho, isolado (em fora de jogo) não conseguiu enganar Patrício. De seguida, isolado na área, o mesmo Edinho conseguiu chutar contra si próprio, atrapalhando-se.
Um sinal mais em apenas 5 minutos, que podia matar o jogo.
O Sporting foi acordando aos poucos,mas o coração era o seu fio condutor.
Wolfswinkel teve a chance de empatar, mas Ricardo anulou as duas investidas.
A cabeça não conseguia pensar para ultrapassar a bem estruturada Académica.
Os 'estudantes' faziam questão de acabar as jogadas a meio campo, matar os desejos cedo antes que se concretizassem.
Sá pinto volta a apostar na rapidez e na juventude de André santos, saiu Insúa, uma cabeça fresca podia tirar um coelho da cartola.
Ricardo começou a aparecer mais no jogo, a bola rondou mais a sua baliza, mas o Sporting mostrava níveis de ansiedade que não o deixava pensar.
Os 'estudantes',ao comando de Abdoulaye na defesa , iam sacudindo as meras investidas leoninas.
Adrien pensava o jogo da briosa e lá na frente era Marinho e Edinho a tentar surpreender.
Schaars descaiu na esquerda da defesa, e o miúdo Martins tomou a rédea Sportinguista.
O tempo ia passando, o Sporting decidiu apostar no resto que podia, Oneywu foi para frente para ajudar, depois de entrar Jeffren , Carrillo juntou-se a Wolfswinkel na frente.
Foi um chuveirinho desesperante, que a briosa sacudiu com estilo.
Estava escrito algures que 73 anos depois da taça inaugural, Coimbra voltava a ter outra.
O apito final só veio confirmar uma vitória da equipa mais serena, objectiva e de quem fez mais por merecer a taça.
Não é vergonha perder, vergonha é não querer ganhar quando é essa a obrigação duma equipa como o Sporting.
FINAL DA CHAMPIONS
BAYERN M. 1 - 1 (3-4 g.p) CHELSEA
(muller) (drogba)
Espectativas ?
Uma final da Champions é sempre uma incognita.
A 'vantagem' do Bayern jogar em casa, podia indiciar algum favoritismo, mas o Chelsea ao eliminar a 'melhor' equipa do mundo equibra as coisas.
Realmente o jogo teve uma tendência favorável aos alemães.
Foram mais destemidos, determinados, uma vontade enorme de vencer os evadia.
O Chelsea aguentou a pressão e foi-se libertando, com o incansável Drogba a ser o homem mais dos ingleses.
Foram surgindo as oportunidades, com Peter Chech com mais trabalho que Neuer.
O Chelsea estava sempre à espreita por uma oportunidade e foi crescendo a confiança.
O jogo foi para o intervalo numa grande incógnita, um nulo, a indicar que quem marcasse 1º provavelmente venceria.
O jogo arrastou-se, as cautelas eram maiores que a vontade de vencer.
O Bayern esteve por cima, mais bola, mas sem soluções, o Chelsea estava bem organizado e quase impenetrável.
Só Muller descobriu espaço para bater Chech, de cabeça, a oito minutos do final.
Naturalmente, todo o estádio se conveceu que estaria ganha a partida.
O imprevisto acontece, quando do outro lado tem jogadores como Drogba.
Um canto bem medido e o faro de Drogba, a sua preciosa cabeça fez o empate inesperado e levou o jogo para prolongamento.
Eram 120 minutos e não havia volta a dar...e a volta foi continuada para as grandes penalidades.
Aí o Chelsea foi mais feliz, ou digamos que Chech foi mais astuto e tinha de ser Drogba a lhes dar a enorme alegria de marcar o decisivo penalti.
Nem sempre o que merece ganha, no futebol não tem dessas coisas, é imprevisivel e por isso mesmo é lindo.
O Bayern jogou com o coração, o Chelsea com a razão e saiu vencedor.
(muller) (drogba)
Espectativas ?
Uma final da Champions é sempre uma incognita.
A 'vantagem' do Bayern jogar em casa, podia indiciar algum favoritismo, mas o Chelsea ao eliminar a 'melhor' equipa do mundo equibra as coisas.
Realmente o jogo teve uma tendência favorável aos alemães.
Foram mais destemidos, determinados, uma vontade enorme de vencer os evadia.
O Chelsea aguentou a pressão e foi-se libertando, com o incansável Drogba a ser o homem mais dos ingleses.
Foram surgindo as oportunidades, com Peter Chech com mais trabalho que Neuer.
O Chelsea estava sempre à espreita por uma oportunidade e foi crescendo a confiança.
O jogo foi para o intervalo numa grande incógnita, um nulo, a indicar que quem marcasse 1º provavelmente venceria.
O jogo arrastou-se, as cautelas eram maiores que a vontade de vencer.
O Bayern esteve por cima, mais bola, mas sem soluções, o Chelsea estava bem organizado e quase impenetrável.
Só Muller descobriu espaço para bater Chech, de cabeça, a oito minutos do final.
Naturalmente, todo o estádio se conveceu que estaria ganha a partida.
O imprevisto acontece, quando do outro lado tem jogadores como Drogba.
Um canto bem medido e o faro de Drogba, a sua preciosa cabeça fez o empate inesperado e levou o jogo para prolongamento.
Eram 120 minutos e não havia volta a dar...e a volta foi continuada para as grandes penalidades.
Aí o Chelsea foi mais feliz, ou digamos que Chech foi mais astuto e tinha de ser Drogba a lhes dar a enorme alegria de marcar o decisivo penalti.
Nem sempre o que merece ganha, no futebol não tem dessas coisas, é imprevisivel e por isso mesmo é lindo.
O Bayern jogou com o coração, o Chelsea com a razão e saiu vencedor.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
OS 23 ...Bentinhos
Paulo Bento escolheu os 23.
Dentro da escolha só dois são inéditos, nunca tinham sido chamados, Cústodio e Miguel Lopes, ambos do SP.Braga.
Os outros já eram os que mais ou menos se esperava.
Então, vamos lá:
GUARDA BOLAS : Rui Patrício(scp), Eduardo (slb/génova) e Beto (cluj)
LINHA ATRASADA: J.Pereira(scp), Miguel Lopes(braga), Rolando(fcp), Pepe(r.madrid), Bruno Alves(zenit),Ricardo Costa (valência), Fábio Coentrão(r.madrid)
LINHA MÉDIA: Moutinho(fcp), C.Martins(granada/slb), Ruben Micael(saragoça/fcp),Cústódio(braga), M.Veloso(génova), R.Meireles (chelsea)
LINHA ADIANTADA: Ronaldo(r.madrid), Postiga(saragoça), Nani(m.united), H. Almeida(besiktas),Quaresma(besiktas), Varela(fcp), Nelson Oliveira(slb).
Foram depositadas as esperanças nestes 23, são estes que lá vão ,são estes que temos de apoiar.
FORÇA PORTUGAL!!!! BOA SORTE!!!
Dentro da escolha só dois são inéditos, nunca tinham sido chamados, Cústodio e Miguel Lopes, ambos do SP.Braga.
Os outros já eram os que mais ou menos se esperava.
Então, vamos lá:
GUARDA BOLAS : Rui Patrício(scp), Eduardo (slb/génova) e Beto (cluj)
LINHA ATRASADA: J.Pereira(scp), Miguel Lopes(braga), Rolando(fcp), Pepe(r.madrid), Bruno Alves(zenit),Ricardo Costa (valência), Fábio Coentrão(r.madrid)
LINHA MÉDIA: Moutinho(fcp), C.Martins(granada/slb), Ruben Micael(saragoça/fcp),Cústódio(braga), M.Veloso(génova), R.Meireles (chelsea)
LINHA ADIANTADA: Ronaldo(r.madrid), Postiga(saragoça), Nani(m.united), H. Almeida(besiktas),Quaresma(besiktas), Varela(fcp), Nelson Oliveira(slb).
Foram depositadas as esperanças nestes 23, são estes que lá vão ,são estes que temos de apoiar.
FORÇA PORTUGAL!!!! BOA SORTE!!!
domingo, 13 de maio de 2012
LIGA ZON SAGRES: ACABOU, PARA O ANO HÀ MAIS!!
Acabou, para o ano há mais!
Acabou como o esperado, o FC Porto é bi-campeão, o Benfica o vice,(ambos na Champions), o Braga o 3º e o Sporting 4º , Marítimo 5º (na Liga Europa).
Descem à Liga Oragina : Feirense e U. Leiria.
A curiosidade desta jornada residia simplesmente na decisão da descida, saber quem acompanhava o Leiria, foi o Feirense que perdeu em Barcelos com o Gil Vicente (3-1).
Outra curiosidade era saber qual o melhor marcador da Liga: é Cardoso, fez 20.golos...os mesmos que Lima, mas este tinha mais um jogo que o benfiquista.
No próximo ano a Liga principal vai ter o Estoril e o Moreirense, as equipas que subiram.
Acabou como o esperado, o FC Porto é bi-campeão, o Benfica o vice,(ambos na Champions), o Braga o 3º e o Sporting 4º , Marítimo 5º (na Liga Europa).
Descem à Liga Oragina : Feirense e U. Leiria.
A curiosidade desta jornada residia simplesmente na decisão da descida, saber quem acompanhava o Leiria, foi o Feirense que perdeu em Barcelos com o Gil Vicente (3-1).
Outra curiosidade era saber qual o melhor marcador da Liga: é Cardoso, fez 20.golos...os mesmos que Lima, mas este tinha mais um jogo que o benfiquista.
No próximo ano a Liga principal vai ter o Estoril e o Moreirense, as equipas que subiram.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
ATLÉTICO MADRID VENCE A LIGA EUROPA
ATL. MADRID 3 - 0 ATL. BILBAO
( falcao 2, diego)
Sonhar é fácil, não é Bilbao?
Pois é, mas para além do sonho existe a realidade. A realidade chamou-se Falcão.
Um grande Falcão, um animal de área que elimina a sua presa com golos fantásticos.
Aparece e cria uma oportunidade do nada, solitário ou rodeado de adversários.
Falcao foi a diferença, é a diferença e será a diferença.
O Atl. Madrid foi uma equipa mais objectiva, sabia o que queria e fez por isso.
Numa final não há nada a perder sem ser a própria final, por isso as intenções do Atl. Madrid foram claras e precisas: ganhar!!!!
O Atl. Bilbao pareceu esperar para ver o que o jogo dava e saiu logo a perder.
A expectativa custou-lhe um maravilhoso golo de Falcao logo aos 7 minutos.
Uma jogada solitária, depois de receber a bola dentro da área, quase saiu dela para ter ângulo de remate e perante 3 adversários e fazer um remate arqueado sem defensa para o guardião Iraizoz. Fal..tanstico!!!
Falcao já tinha feito um golo muito parecido, na meia final.
Começou bem o Madrid e continuou a tentar alargar a marca, uma equipa a reboque de Diego, outro ex-portista, a 'cabeça' do Madrid geria os ritmos, os avanços os recuos e como o talento não se aprende, Diego era a chave mestra.
O Bilbao teve demasiado tempo a ver jogar, demasiado inerte, um Bilbao nada parecido com aquele que conhecíamos.
Quando o Bilbao acordou, Falcao voltou a ser brilhante e marcou o 2º, contrariando o adversário.
Mais um golo fantástico, Falcao ludribiou mais três defesas desviou-se deles e bateu mais uma vez Iraizoz.
O Atl. Bilbao pagava a factura da falta da genica...
Ao intervalo, já cheirava à 2ª Liga Europa para o Atl.Madrid e para Falcao (no ano anterior pelo FC Porto)
As alterações tácticas do Bilbao vieram trazer melhor vontade à equipa.
Ficou a jogar com 3 centrais e avanço um elemento no meio campo deu resultado.
O Atl.Bilbao começou a aparecer no jogo (as 2ªs partes são sempre melhores) e a criar perigo perante o guardião belga Courtois.
A ansiedade basca não ajudava no momento da finalização.
Do outro lado era Falcao que voltava a fazer tremer o Bilbao, mais uma solitária jogada e um remate ao poste, um ligeiro desvio defensivo tirou o selo de golo.
O Bilbao estava por cima e à procura de algo para sorrir e catapultá-los ainda mais no jogo ...um golito.
A serenidade e a experiência dos de Madrid , foram aguentando a pressão e com mais espaço criava perigo eminente.
Como quem não marca, acaba por sofrer, Diego matou o jogo a 5 minutos do fim.
Uma arrancada de Diego, de técnica apurada, conseguiu enganar 3 cansados defesas bascos e rematou cruzado com êxito.
Estava encontrado o vencedor (se é que alguma vez houve dúvidas) foi o delírio e o carimbo para a 2ª vitória do Atl.Madrid na Liga Europa.
Para o Atl.Bilbao sonhar não custou nada, mas concretizar o sonho foi dificl como cair na realidade.
( falcao 2, diego)
Sonhar é fácil, não é Bilbao?
Pois é, mas para além do sonho existe a realidade. A realidade chamou-se Falcão.
Um grande Falcão, um animal de área que elimina a sua presa com golos fantásticos.
Aparece e cria uma oportunidade do nada, solitário ou rodeado de adversários.
Falcao foi a diferença, é a diferença e será a diferença.
O Atl. Madrid foi uma equipa mais objectiva, sabia o que queria e fez por isso.
Numa final não há nada a perder sem ser a própria final, por isso as intenções do Atl. Madrid foram claras e precisas: ganhar!!!!
O Atl. Bilbao pareceu esperar para ver o que o jogo dava e saiu logo a perder.
A expectativa custou-lhe um maravilhoso golo de Falcao logo aos 7 minutos.
Uma jogada solitária, depois de receber a bola dentro da área, quase saiu dela para ter ângulo de remate e perante 3 adversários e fazer um remate arqueado sem defensa para o guardião Iraizoz. Fal..tanstico!!!
Falcao já tinha feito um golo muito parecido, na meia final.
Começou bem o Madrid e continuou a tentar alargar a marca, uma equipa a reboque de Diego, outro ex-portista, a 'cabeça' do Madrid geria os ritmos, os avanços os recuos e como o talento não se aprende, Diego era a chave mestra.
O Bilbao teve demasiado tempo a ver jogar, demasiado inerte, um Bilbao nada parecido com aquele que conhecíamos.
Quando o Bilbao acordou, Falcao voltou a ser brilhante e marcou o 2º, contrariando o adversário.
Mais um golo fantástico, Falcao ludribiou mais três defesas desviou-se deles e bateu mais uma vez Iraizoz.
O Atl. Bilbao pagava a factura da falta da genica...
Ao intervalo, já cheirava à 2ª Liga Europa para o Atl.Madrid e para Falcao (no ano anterior pelo FC Porto)
As alterações tácticas do Bilbao vieram trazer melhor vontade à equipa.
Ficou a jogar com 3 centrais e avanço um elemento no meio campo deu resultado.
O Atl.Bilbao começou a aparecer no jogo (as 2ªs partes são sempre melhores) e a criar perigo perante o guardião belga Courtois.
A ansiedade basca não ajudava no momento da finalização.
Do outro lado era Falcao que voltava a fazer tremer o Bilbao, mais uma solitária jogada e um remate ao poste, um ligeiro desvio defensivo tirou o selo de golo.
O Bilbao estava por cima e à procura de algo para sorrir e catapultá-los ainda mais no jogo ...um golito.
A serenidade e a experiência dos de Madrid , foram aguentando a pressão e com mais espaço criava perigo eminente.
Como quem não marca, acaba por sofrer, Diego matou o jogo a 5 minutos do fim.
Uma arrancada de Diego, de técnica apurada, conseguiu enganar 3 cansados defesas bascos e rematou cruzado com êxito.
Estava encontrado o vencedor (se é que alguma vez houve dúvidas) foi o delírio e o carimbo para a 2ª vitória do Atl.Madrid na Liga Europa.
Para o Atl.Bilbao sonhar não custou nada, mas concretizar o sonho foi dificl como cair na realidade.
domingo, 6 de maio de 2012
NO CLÁSSICO: SÓ... HULK QUEBRA LEÃO
FC PORTO 2 - 0 SPORTING
(hulk 2)
A festa estava prevista e marcada para a despedida do Dragão esta época.
Nada melhor para abrilhantar a festa que um 'convidado' de honra: o Sporting.
O Sporting que foi brilhante na 'era' Sá Pinto, que chegou ás meias finais da liga Europa.
Um Sporting transfigurado para melhor, com garra e vontade, com um futebol de melhor nível.
Foi esse Sporting à imagem do seu treinador que esteve no Dragão, que vendeu cara a derrota que jogou para não sair desprestigiado do Porto.
O FC Porto, deixou-se embalar em festejos, tanto fazia por querer ganhar como se deixava andar por perceber a reacção leonina.
Foi um jogo animado, com a intensidade de que ainda houvesse algo para conquistar (que não só a vitória), foi um verdadeiro clássico!!!
O Sporting estaria mais interessado em ganhar pontos para espreitar o 3º lugar, o FC Porto era só a festa que contava e uma vitória acentava bem aos festejos.
Isso acabou por acontecer, depois de uma 1ª parte equilibrada, onde as duas equipas dividiram as despesas do jogo ao longo dos 45 minutos.
Na 2ª parte, houve mais FC Porto, mas tambem houve um Sporting determinado e foi quem primeiro teve a vantagem perto. Polga com um remate de ressaca, mandou a bola no poste.
O jogo estava emotivo e o Sporting deixava a sensação de querer mais ....
Só quando se viu reduzido a 10 (expulsão de Onyewu, 2ª amarelo) começou ligeiramente a quebrar.
O FC Porto mesmo assim teve grandes dificuldades para penetrar na defesa leonina.
Só Hulk consegiu furar e provocar um penalti que o próprio marcou para o 1-0.
A resistência leonina começava a quebrar, com 9 (Polga foi expulso na sequência do penalti), sem centrais, foi Elias que assumiu solitário o centro da defesa.
Sá Pinto, apostou numa restia de esperança, o tudo ou nada,ao entrar Rubio para a frente.
O espaço era enorme e Hulk aproveitou-o numa arrancada, para contornar Patrício e fazer o 2-0.
Era o final da festa em beleza, com um digno vencido, o Sporting, que deu tudo o que tinha contra as limitações impostas.
O FC Porto sentiu-se finalmente Campeão em sua casa.
(hulk 2)
A festa estava prevista e marcada para a despedida do Dragão esta época.
Nada melhor para abrilhantar a festa que um 'convidado' de honra: o Sporting.
O Sporting que foi brilhante na 'era' Sá Pinto, que chegou ás meias finais da liga Europa.
Um Sporting transfigurado para melhor, com garra e vontade, com um futebol de melhor nível.
Foi esse Sporting à imagem do seu treinador que esteve no Dragão, que vendeu cara a derrota que jogou para não sair desprestigiado do Porto.
O FC Porto, deixou-se embalar em festejos, tanto fazia por querer ganhar como se deixava andar por perceber a reacção leonina.
Foi um jogo animado, com a intensidade de que ainda houvesse algo para conquistar (que não só a vitória), foi um verdadeiro clássico!!!
O Sporting estaria mais interessado em ganhar pontos para espreitar o 3º lugar, o FC Porto era só a festa que contava e uma vitória acentava bem aos festejos.
Isso acabou por acontecer, depois de uma 1ª parte equilibrada, onde as duas equipas dividiram as despesas do jogo ao longo dos 45 minutos.
Na 2ª parte, houve mais FC Porto, mas tambem houve um Sporting determinado e foi quem primeiro teve a vantagem perto. Polga com um remate de ressaca, mandou a bola no poste.
O jogo estava emotivo e o Sporting deixava a sensação de querer mais ....
Só quando se viu reduzido a 10 (expulsão de Onyewu, 2ª amarelo) começou ligeiramente a quebrar.
O FC Porto mesmo assim teve grandes dificuldades para penetrar na defesa leonina.
Só Hulk consegiu furar e provocar um penalti que o próprio marcou para o 1-0.
A resistência leonina começava a quebrar, com 9 (Polga foi expulso na sequência do penalti), sem centrais, foi Elias que assumiu solitário o centro da defesa.
Sá Pinto, apostou numa restia de esperança, o tudo ou nada,ao entrar Rubio para a frente.
O espaço era enorme e Hulk aproveitou-o numa arrancada, para contornar Patrício e fazer o 2-0.
Era o final da festa em beleza, com um digno vencido, o Sporting, que deu tudo o que tinha contra as limitações impostas.
O FC Porto sentiu-se finalmente Campeão em sua casa.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
MOURINHO, RONALDO E COMPª CAMPEÕES ESPANHOIS
ATL. BILBAO 0 - 3 REAL MADRID
(higuain, ozil, ronaldo)
Halla Madrid!!!
O Real Madrid é o novo campeão espanhol!
Depois do tri do Barça, Mourinho conseguiu ser campeão na 2ª época no Real e Ronaldo, Coentrão e companhia podem festejar finalmente o título principal espanhol.
Uma vitória era o que faltava e foi fora de casa, em Bilbao, que a festa começou.
Uma vitória por 0-3, indiscutível, perante um Bilbao dificil, mas fatigado.
Um ambiente maravilhoso em San Mammés, de festa, a verdadeira festa do futebol.
Os da casa mesmo a perder, não se cansaram de apoiar a equipa basca.
O Real Madrid foi um claro vencedor, muito eficaz e letal.
Higuain abriu o marcador num golo soberno de fora da área, mas já Ronaldo tinha perdido e falhado um penalti momentos antes.
A saga madrilista continuou, a passe magestral de Ronaldo, Ozil fez o 0-2 e descansou o Real.
O titulo estava cada vez mais perto, mesmo com o Bilbao a tentar contrariar e a fazer Casillas ter algum trabalho.
Faltava Ronaldo deixar a sua marca positiva no jogo, redimir-se do penalti falhado e tentar aproximar-se de Messi que tinha feito um hat trick , nos 4-1, ante o Málaga.
Na sequência de um canto, Ronaldo conseguiu marcar de cabeça e fazer o 0-3 final, na 2ª parte.
O Real Madrid é o novo Campeão espanhol e Mourinho conquista o 4º título em países diferentes (FC Porto-Portugal/ Chelsea (Inglaterra)/ Inter (Itália).
(higuain, ozil, ronaldo)
Halla Madrid!!!
O Real Madrid é o novo campeão espanhol!
Depois do tri do Barça, Mourinho conseguiu ser campeão na 2ª época no Real e Ronaldo, Coentrão e companhia podem festejar finalmente o título principal espanhol.
Uma vitória era o que faltava e foi fora de casa, em Bilbao, que a festa começou.
Uma vitória por 0-3, indiscutível, perante um Bilbao dificil, mas fatigado.
Um ambiente maravilhoso em San Mammés, de festa, a verdadeira festa do futebol.
Os da casa mesmo a perder, não se cansaram de apoiar a equipa basca.
O Real Madrid foi um claro vencedor, muito eficaz e letal.
Higuain abriu o marcador num golo soberno de fora da área, mas já Ronaldo tinha perdido e falhado um penalti momentos antes.
A saga madrilista continuou, a passe magestral de Ronaldo, Ozil fez o 0-2 e descansou o Real.
O titulo estava cada vez mais perto, mesmo com o Bilbao a tentar contrariar e a fazer Casillas ter algum trabalho.
Faltava Ronaldo deixar a sua marca positiva no jogo, redimir-se do penalti falhado e tentar aproximar-se de Messi que tinha feito um hat trick , nos 4-1, ante o Málaga.
Na sequência de um canto, Ronaldo conseguiu marcar de cabeça e fazer o 0-3 final, na 2ª parte.
O Real Madrid é o novo Campeão espanhol e Mourinho conquista o 4º título em países diferentes (FC Porto-Portugal/ Chelsea (Inglaterra)/ Inter (Itália).
terça-feira, 1 de maio de 2012
SPORTING .. em S O S
SPORTING 2 - 1 ACADÉMICA
(carrillo, wolfswinkel) (polga p.b.)
Não é fácil vir de um sonho acabado e voltar com o mesmo fulgor.
O Sporting ressentiu-se disso mesmo, ao mostrar alguma apatia durante os primeiros minutos.
Depois se as coisas não fluem a tendência para o arrastamento é enorme.
O Sporting mostrou-se uma equipa desgastada, fisicamente e animicamente e teve como adversário uma académica sequiosa por pontos, muito fechada atrás e a espreitar para o contra ataque fatal.
Patrício começou a trabalhar logo cedo, aos 3 min. um remate de muito longe obriga-o a defender para canto.
O jogo arrastou-se por tentativas de penetração na área dos estudantes.
Demorou 30 minutos a resistência estudantil, porque Capel se lembrou de insistir e acreditar nas suas capacidades, cruzou para um bela e fulgurante entrada de cabeça de Carrilo.
O 1-0 animou um pouco mais um jogo meio morto.
A Académica soltou-se mais e começou a criar situações aflitivas, era a busca desesperada de pontos...
Então Patrício voltou a estar em destaque e só o colega Polga o conseguiu enganar com um autogolo.
O 1-1 inesperado e insólito, premiava a insistência académica.
Na 2ª parte , a Académica entrou melhor e mais acutilante no jogo.
O Sporting deixou acalmar os ânimos académicos e aos poucos foi controlando o jogo.
Graças à entrada de André Martins (saiu Elias) o ritmo de jogo aumentou para o dobro, o miúdo veio trazer mais velocidade e o discernimento que faltava ao Sporting.
Schaars fixou-se a controlar o jogo leonino, dando mais inteligencia á equipa.
Carrillo parece ter acordado e tudo se conjugava para uma melhor exibição.
A entrada de Pereirinha para lateral direito (lesão de J.Pereira) foi a peça que faltava ao puzzle.
Carrillo em insistência fez um remate com selo de golo, mas a barra devolveu, Wolfswinkel apareceu de cabeça a confirmar o esperado 2-1.
A 15 minutos do final, o Sporting poderia gerir a vantagem tranquilamente...
A Académica não baixou os braços, veio à procura de pontuar e deixou espaço aberto para o Sporting jogar...mas às vezes tambem falta cabeça à 3ª equipa (a da arbitragem) que chegou ao cumulo de marcar fora de jogo ao Sporting no seu próprio meio campo. (uma jogada que provavelmente matava o jogo).
Sá Pinto tentou segurar o resultado entrando Carriço para ajudar atrás.
O Sporting conseguiu uma vitória sofrida e mas animadora para a difícil tarefa de tentar chegar ainda à possibilidade da pré eliminatória da Champions. Está a 3 pontos do Braga e tem de ir ao Dragão e receber o próprio Braga em Alvalade.
Sporting Obrigado a Sofrer , uma equipa à imagem de Sá Pinto.
(carrillo, wolfswinkel) (polga p.b.)
Não é fácil vir de um sonho acabado e voltar com o mesmo fulgor.
O Sporting ressentiu-se disso mesmo, ao mostrar alguma apatia durante os primeiros minutos.
Depois se as coisas não fluem a tendência para o arrastamento é enorme.
O Sporting mostrou-se uma equipa desgastada, fisicamente e animicamente e teve como adversário uma académica sequiosa por pontos, muito fechada atrás e a espreitar para o contra ataque fatal.
Patrício começou a trabalhar logo cedo, aos 3 min. um remate de muito longe obriga-o a defender para canto.
O jogo arrastou-se por tentativas de penetração na área dos estudantes.
Demorou 30 minutos a resistência estudantil, porque Capel se lembrou de insistir e acreditar nas suas capacidades, cruzou para um bela e fulgurante entrada de cabeça de Carrilo.
O 1-0 animou um pouco mais um jogo meio morto.
A Académica soltou-se mais e começou a criar situações aflitivas, era a busca desesperada de pontos...
Então Patrício voltou a estar em destaque e só o colega Polga o conseguiu enganar com um autogolo.
O 1-1 inesperado e insólito, premiava a insistência académica.
Na 2ª parte , a Académica entrou melhor e mais acutilante no jogo.
O Sporting deixou acalmar os ânimos académicos e aos poucos foi controlando o jogo.
Graças à entrada de André Martins (saiu Elias) o ritmo de jogo aumentou para o dobro, o miúdo veio trazer mais velocidade e o discernimento que faltava ao Sporting.
Schaars fixou-se a controlar o jogo leonino, dando mais inteligencia á equipa.
Carrillo parece ter acordado e tudo se conjugava para uma melhor exibição.
A entrada de Pereirinha para lateral direito (lesão de J.Pereira) foi a peça que faltava ao puzzle.
Carrillo em insistência fez um remate com selo de golo, mas a barra devolveu, Wolfswinkel apareceu de cabeça a confirmar o esperado 2-1.
A 15 minutos do final, o Sporting poderia gerir a vantagem tranquilamente...
A Académica não baixou os braços, veio à procura de pontuar e deixou espaço aberto para o Sporting jogar...mas às vezes tambem falta cabeça à 3ª equipa (a da arbitragem) que chegou ao cumulo de marcar fora de jogo ao Sporting no seu próprio meio campo. (uma jogada que provavelmente matava o jogo).
Sá Pinto tentou segurar o resultado entrando Carriço para ajudar atrás.
O Sporting conseguiu uma vitória sofrida e mas animadora para a difícil tarefa de tentar chegar ainda à possibilidade da pré eliminatória da Champions. Está a 3 pontos do Braga e tem de ir ao Dragão e receber o próprio Braga em Alvalade.
Sporting Obrigado a Sofrer , uma equipa à imagem de Sá Pinto.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
28ª jornada : FC PORTO BI-CAMPEÃO
Uma escorregadela, mais uma e a mais importante, do Benfica e zás, o campeonato já está no Dragão!A duas jornadas do fim já se festeja lá pelas ruas do Porto e junto ao estádio.
Um vitória tirada a penaltis no Funchal,(0-2) perante o Marítimo, não desvaloriza o empenho e a vontade de ganhar dos portistas.
Foi uma vitória importante,com a pressão que lhe era atribuída, mas que foi bem resolvida.
Hulk voltou a ser o protagonista, pelos dois golos (penaltis).
O Benfica foi a Vila do Conde, para ganhar, sentiu-se isso.
Começou por estar a perder, deu a volta à questão em poucos minutos, 2 golos de rajada, um de penalti (o 2º) e saiu para o intervalo a vencer. Nolito e Cardozo, os marcadores.
O Rio Ave, queria pontuar e fez por isso e fez o empate cedo. Fez tremer o Benfica, teve oportunidade de superar o mesmo, mas o Benfica voltou a equilibrar o jogo e mudou o sentido de baliza.
Muito tentou, mas o guardião vila condense esteve em grande.
Este resultado (2-2) entregou o título ao FC Porto e deu mais um ponto precioso ao Rio Ave para a manutenção na Liga Zon Sagres.
O SP.Braga voltou a falhar, perdeu em casa com o Olhanense (1-2) e vê o Sporting aproximar-se perigosamente se o Sporting vencer a Académica, ficam só 3 pontos de diferença.
Nos lugares de manutenção, o U.Leiria conseguiu jogar com 8 elementos, depois da novela da rescisão de quase todo o plantel.
Perdeu como é óbvio, com o Feirense (outro aflito), por 0-4.
Perdeu quase tudo esta semana, os jogadores , a dignidade, o respeito e o direito de estar entre os grandes quando não se aguenta.
Perde o futebol, a verdade desportiva é posta em causa, é desumano o 8 contra 11, como uns receberem ordenado outros não....
foto: 'fcp.pt'
sábado, 28 de abril de 2012
CHAMPIONS: UMA FINAL INESPERADA
Estava dificil para os espanhois, Barcelona e Real Madrid revirar a desvantagem trazida da 1ª mão de Londres ( Chelsea 1-0) e de Munich ( Bayern 2-1).
Pois confirmou-se a dificuldade. Embora conseguissem dar a volta não foi a volta completa.
O Barcelona não conseguiu vencer o Chelsea (2-2 ) e o Real perdeu nos penaltis com o Bayern
(2-1 / 1-3).
Os 'favoritos' ficaram de fora, o que prova que no futebol nem sempre vence o esperado ou o melhor.
Temos uma final tão inesperada quanto merecida na Champions
o Bayern que mostrou ter uma equipa fantástica (e jovem) o Chelsea porque soube contrariar a roleta Barça com eficácia e rigou táctico .
A final é em Munich : BAYERN MUNICH- CHELSEA!!
Pois confirmou-se a dificuldade. Embora conseguissem dar a volta não foi a volta completa.
O Barcelona não conseguiu vencer o Chelsea (2-2 ) e o Real perdeu nos penaltis com o Bayern
(2-1 / 1-3).
Os 'favoritos' ficaram de fora, o que prova que no futebol nem sempre vence o esperado ou o melhor.
Temos uma final tão inesperada quanto merecida na Champions
o Bayern que mostrou ter uma equipa fantástica (e jovem) o Chelsea porque soube contrariar a roleta Barça com eficácia e rigou táctico .
A final é em Munich : BAYERN MUNICH- CHELSEA!!
LIGA EUROPA: COMO SONHAR É TÃO DIFICIL...
SPORTING 2 - 1 AT.BILBAO
AT.BILBAO 3 - 1 SPORTING
No rescaldo desta meia final resume-se na infeliz realidade do resultado final: o AT. Bilbao passou à final.
Porem, os merecedores desse prémio talvez não tenham sido os bascos.
Em Alvalade, o jogo teve duas vertentes importantes, o Bilbao marcou 1º e podia ter arrumado a questão logo de seguida.
O Sporting conseguiu dar a volta ao jogo e podia ter acabado por golear os bascos.
Um jogo com grande intensidade, rigor táctico , um Sporting muito superior bela noite europeia.
Em Bilbao, o jogo esteve do lado dos da casa.
Grande pressão, grande intensidade (já se esperava) isso atrapalhou um pouco o 'rigor' defensivo leonino, com pouca manobra para reagir.
O Bilbao ansiou pelo golo que lhe desse a vantagem e cedo marcou (17 min.).
Llorente soube deixar de bandeja (de peito) para o remate enrolado e de sorte de Susaeta, jogada precedida de falta sobre Schaars.
Agigantou-se o ambiente e a equipa, o Sporting agora tinha de fazer pela vida.Reagiu muito bem ao golo e começou a aparecer e a criar perigo.
Foi Pereirinha (perdida incrivel de cabeça), foi Polga (de cabeça num canto) sempre com Capel em evidência e alguns rasgos de Matias..
Foi Wolfswinkel que marcou, aproveitando uma sobra, rematou de longe para o empate.
Do outro lado era Llorente a fazer jogar o Bilbao, uma exibição de luxo (nada comparada à sua em Alvalade) era o foco de perigo na area sportinguista. Jogava e fazia jogar.
Tanto que, mesmo no final do 1º tempo, voltou a oferecer o golo a Ibai, o 2-1 que levou os bascos em vantagem ao intervalo.
A eliminatória estava empatada, um golo iria desequilibrar para qualquer dos lados.
Sá Pinto tirou Matias (cansaço? lesão?) e colocou Carriço a trincar o meio campo descaindo Schaars à esquerda e avançando André Martins.
A pressão basca continuou e o Sporting foi aguentando, aguentando...quase não se podia chegar à frente.
O jogo foi quase de sentido único em direcção á baliza verde branca.
Duas no poste e uma defesa de Patrício, um sufoco esperado para quem recua demasido do terreno.
Insúa ainda mandou ao poste de livre, reanimando as possibilidades...
A saga basca continuou, e só parou perto do final.
Quando Llorente (podia ser outro?!!) antecipou-se ao defesa sportinguista e bateu Patrício com o poste na ajuda.
A poucos minutos do fim era quase impossivel a reacção leonina...
O Sporting honrou o futebol português e saíu de cabeça erguida da prova.
AT.BILBAO 3 - 1 SPORTING
No rescaldo desta meia final resume-se na infeliz realidade do resultado final: o AT. Bilbao passou à final.
Porem, os merecedores desse prémio talvez não tenham sido os bascos.
Em Alvalade, o jogo teve duas vertentes importantes, o Bilbao marcou 1º e podia ter arrumado a questão logo de seguida.
O Sporting conseguiu dar a volta ao jogo e podia ter acabado por golear os bascos.
Um jogo com grande intensidade, rigor táctico , um Sporting muito superior bela noite europeia.
Em Bilbao, o jogo esteve do lado dos da casa.
Grande pressão, grande intensidade (já se esperava) isso atrapalhou um pouco o 'rigor' defensivo leonino, com pouca manobra para reagir.
O Bilbao ansiou pelo golo que lhe desse a vantagem e cedo marcou (17 min.).
Llorente soube deixar de bandeja (de peito) para o remate enrolado e de sorte de Susaeta, jogada precedida de falta sobre Schaars.
Agigantou-se o ambiente e a equipa, o Sporting agora tinha de fazer pela vida.Reagiu muito bem ao golo e começou a aparecer e a criar perigo.
Foi Pereirinha (perdida incrivel de cabeça), foi Polga (de cabeça num canto) sempre com Capel em evidência e alguns rasgos de Matias..
Foi Wolfswinkel que marcou, aproveitando uma sobra, rematou de longe para o empate.
Do outro lado era Llorente a fazer jogar o Bilbao, uma exibição de luxo (nada comparada à sua em Alvalade) era o foco de perigo na area sportinguista. Jogava e fazia jogar.
Tanto que, mesmo no final do 1º tempo, voltou a oferecer o golo a Ibai, o 2-1 que levou os bascos em vantagem ao intervalo.
A eliminatória estava empatada, um golo iria desequilibrar para qualquer dos lados.
Sá Pinto tirou Matias (cansaço? lesão?) e colocou Carriço a trincar o meio campo descaindo Schaars à esquerda e avançando André Martins.
A pressão basca continuou e o Sporting foi aguentando, aguentando...quase não se podia chegar à frente.
O jogo foi quase de sentido único em direcção á baliza verde branca.
Duas no poste e uma defesa de Patrício, um sufoco esperado para quem recua demasido do terreno.
Insúa ainda mandou ao poste de livre, reanimando as possibilidades...
A saga basca continuou, e só parou perto do final.
Quando Llorente (podia ser outro?!!) antecipou-se ao defesa sportinguista e bateu Patrício com o poste na ajuda.
A poucos minutos do fim era quase impossivel a reacção leonina...
O Sporting honrou o futebol português e saíu de cabeça erguida da prova.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
CHAMPIONS: ESPANHOIS COM UM PÉ FORA DA FINAL
BAYERN MUNICH 2 - 1 REAL MADRID
(ribery, gomez) (ozil)
CHELSEA 1 - 0 BARCELONA
(drogba)
As equipas espanholas nas meias finais da Champions, Real Madrid e Barcelona perderam na 1ª mão fora de casa.
Começando pelo Real Madrid, o resultado acaba por ser 'bom' porque marcou um golo fora.
O jogo teve um Bayern muito forte e um Real abaixo do seu rendimento normal.
Os alemães muito motivados,quiçá pela final ser em sua própria casa, jogaram a um ritmo avassalador.
O Real foi cauteloso e jogou para marcar e cumpriu o seu objectivo, pena foi Ronaldo não estar nos seus dias...
Do outro lado, Ribery foi o motor dos alemães, jogou e fez jogar, marcou e mobilizou o Bayern com a grande ajuda do lateral direito Lahm.
O Bayern saiu vencedor e fica uma grande expectativa para a 2ª mão em Madrid.
Em Londres, o Chelsea bateu o invencível (?) Barcelona por 1-0.
Um jogo de guerreiros, de raça e de sorte...dos londrinos.
Pois, sem sorte não se fazem grandes campeões, o espírito colectivo do Chelsea superiorizou-se à técnica e à arte do Barcelona.
Houve fantasia o quanto baste para o Barcelona sair com um resultado favorável, mas o futebol tem destas coisas nem sempre ganha o melhor, mas o mais lutador.
Fica tudo em aberto para a 2ª mão, porque a escassa vantagem parece ser reversível...
domingo, 15 de abril de 2012
FINAL DA TAÇA DA LIGA: UFF, SA(L)VIOLA A ÉPOCA!!
GIL VICENTE 1 - 2 BENFICA
(zé luis) (rodrigo,saviola)
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Se bem me lembro, esta era a tal Taça que foi rejeitada à partida pelo Benfica (leia-se L.F.Vieira).
Um taça que fora criada para tentar emitar a inglesa, para fazer rodar jogadores menos utilizados, uma chatice....'nós nem vamos entrar, essa taça não vale nada'.
Pois é, mas como quem desdenha quer comprar , o Benfica leva o 4º troféu para casa em 5 edições da mesma.
Agora já terá alguma importância (?), agora sendo provavelmente o único troféu da época ganho pelo Benfica ,a importância da Taça da Liga sobe como o preço da gasolina no mercado.
Uma coisa é certa,não teria a mesma importância se um dos chamados grandes não fosse à final.
O prestigio desta recente taça terá um pouco a ver com isso. Em todas as finais teve equipas grandes, em duas delas derbys (um Benfica-Sporting e um Benfica-FC Porto).
Quanto ao jogo, não foi nada atractivo.
Viu-se um Benfica de pouca vontade e um Gil Vicente retraído, envergonhado.
Só deu Benfica, mesmo a custo. Ter a bola não é ter soluções,mas não a ter é não ter nenhuma.
O Benfica jogou com alguns receios (a lição de Alvalade ainda pairava na cabeça encarnada), pouco se aventurou, só Bruno César motorizava a dinâmica encarnada.
Uma boa jogada de tabelinha deixou Maxi em frente a Adriano, que resolveu com boa defesa. (13 min.)
O Gil Vicente jogou muito atrás, deixou andar o barco até aguentar a maré e sem a bola pouco podia fazer senão defender.
Só César Peixoto assustou Eduardo como um remate a passar rente ao poste. (16 min.)
Bruno César era o mais inconformado benfiquista e dos pés dele veio o golo.
A assistência perfeita , depois de ganhar na atrapalhação e mau corte do defesa gilista, apareceu Rodrigo a encostar para o 0-1.(30 min.)
O Benfica respirou de alívio com o golo, e o Gil começou a aparecer no jogo.
A bola mudou de posse, e foi altura de o Gil mostrar-se um pouco.
Jr. Caiçara entrou bem pela esquerda e obrigou Eduardo a grande defesa. (36 min.)
O jogo aumentou de ritmo, ficou mais espaço a meio campo para de jogar, e o Benfica esteve perto do 0-2, quando na melhor jogada do 1º tempo, Witsel sozinho não enganou o esperto Adriano, bela defesa do guardião gilista.(42 min.)
A vantagem do Benfica justificava-se pela diferença na pouca vontade e posse de bola.
O cenário parecia estar montado para a festa benfiquista, a vantagem era (?) suficiente para ganhar mais um troféu.
Jesus troca o apagado Nelson Oliveira por Gaítan, para dar mais velocidade e arte ao jogo.
O jogo ficou mais equilibrado, porque o Benfica retraíu-se mais e o Gil Vicente avançou mais no terreno.
O Gil começou a sentir que podia ir mais além da sua timidez inicial, o Benfica não criava nada de novo.
Paulo Alves aposta em Zé Luís, avançado, enquanto Jesus faz entrar Cardoso saindo Aimar.
O Gil deixou a ideia de não ter nada a perder, apostando também em Guilherme, médio ofensivo.
Pouco se viu de perigo nas duas balizas, até ao golo gilista.
Zé Luís aproveitou e bem, um confusão na área benfiquista, após um canto, e fez o empate desejado num remate moinho. (78 min.)
O 1-1 premiava a insistência gilista, quando Jesus já pensava em defender o resultado (ia entrar Javi Garcia).
Logo mudou a opinião, com poucos minutos do fim, Jesus faz entrar Saviola- o salvador.
Saviola à primeira chance marcou. A defesa gilista não consegue cortar uma bola fácil que sobra para o salvador Saviola, foi só empurrar.
Um milagre, quando já cheirava a penaltis para decidir o vencedor do troféu.
O cenário tão bem montado, não ficaria bem sem que o Benfica fosse o vencedor!
A festa foi encarnada, o Gil um digno vencido (soube a pouca atitude).
O Benfica vence o 4º troféu (este o mais bonito até agora) em 5 edições da prova,
Saviola, o encostado, salva a época do Benfica.
Uma chamada de atenção à organização da final:
Para a próxima contratem um Speaker neutro e não um claramente benfiquista!!!!
(zé luis) (rodrigo,saviola)
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Se bem me lembro, esta era a tal Taça que foi rejeitada à partida pelo Benfica (leia-se L.F.Vieira).
Um taça que fora criada para tentar emitar a inglesa, para fazer rodar jogadores menos utilizados, uma chatice....'nós nem vamos entrar, essa taça não vale nada'.
Pois é, mas como quem desdenha quer comprar , o Benfica leva o 4º troféu para casa em 5 edições da mesma.
Agora já terá alguma importância (?), agora sendo provavelmente o único troféu da época ganho pelo Benfica ,a importância da Taça da Liga sobe como o preço da gasolina no mercado.
Uma coisa é certa,não teria a mesma importância se um dos chamados grandes não fosse à final.
O prestigio desta recente taça terá um pouco a ver com isso. Em todas as finais teve equipas grandes, em duas delas derbys (um Benfica-Sporting e um Benfica-FC Porto).
Quanto ao jogo, não foi nada atractivo.
Viu-se um Benfica de pouca vontade e um Gil Vicente retraído, envergonhado.
Só deu Benfica, mesmo a custo. Ter a bola não é ter soluções,mas não a ter é não ter nenhuma.
O Benfica jogou com alguns receios (a lição de Alvalade ainda pairava na cabeça encarnada), pouco se aventurou, só Bruno César motorizava a dinâmica encarnada.
Uma boa jogada de tabelinha deixou Maxi em frente a Adriano, que resolveu com boa defesa. (13 min.)
O Gil Vicente jogou muito atrás, deixou andar o barco até aguentar a maré e sem a bola pouco podia fazer senão defender.
Só César Peixoto assustou Eduardo como um remate a passar rente ao poste. (16 min.)
Bruno César era o mais inconformado benfiquista e dos pés dele veio o golo.
A assistência perfeita , depois de ganhar na atrapalhação e mau corte do defesa gilista, apareceu Rodrigo a encostar para o 0-1.(30 min.)
O Benfica respirou de alívio com o golo, e o Gil começou a aparecer no jogo.
A bola mudou de posse, e foi altura de o Gil mostrar-se um pouco.
Jr. Caiçara entrou bem pela esquerda e obrigou Eduardo a grande defesa. (36 min.)
O jogo aumentou de ritmo, ficou mais espaço a meio campo para de jogar, e o Benfica esteve perto do 0-2, quando na melhor jogada do 1º tempo, Witsel sozinho não enganou o esperto Adriano, bela defesa do guardião gilista.(42 min.)
A vantagem do Benfica justificava-se pela diferença na pouca vontade e posse de bola.
O cenário parecia estar montado para a festa benfiquista, a vantagem era (?) suficiente para ganhar mais um troféu.
Jesus troca o apagado Nelson Oliveira por Gaítan, para dar mais velocidade e arte ao jogo.
O jogo ficou mais equilibrado, porque o Benfica retraíu-se mais e o Gil Vicente avançou mais no terreno.
O Gil começou a sentir que podia ir mais além da sua timidez inicial, o Benfica não criava nada de novo.
Paulo Alves aposta em Zé Luís, avançado, enquanto Jesus faz entrar Cardoso saindo Aimar.
O Gil deixou a ideia de não ter nada a perder, apostando também em Guilherme, médio ofensivo.
Pouco se viu de perigo nas duas balizas, até ao golo gilista.
Zé Luís aproveitou e bem, um confusão na área benfiquista, após um canto, e fez o empate desejado num remate moinho. (78 min.)
O 1-1 premiava a insistência gilista, quando Jesus já pensava em defender o resultado (ia entrar Javi Garcia).
Logo mudou a opinião, com poucos minutos do fim, Jesus faz entrar Saviola- o salvador.
Saviola à primeira chance marcou. A defesa gilista não consegue cortar uma bola fácil que sobra para o salvador Saviola, foi só empurrar.
Um milagre, quando já cheirava a penaltis para decidir o vencedor do troféu.
O cenário tão bem montado, não ficaria bem sem que o Benfica fosse o vencedor!
A festa foi encarnada, o Gil um digno vencido (soube a pouca atitude).
O Benfica vence o 4º troféu (este o mais bonito até agora) em 5 edições da prova,
Saviola, o encostado, salva a época do Benfica.
Uma chamada de atenção à organização da final:
Para a próxima contratem um Speaker neutro e não um claramente benfiquista!!!!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
UM DERBY À SÁPORTING!!!
SPORTING 1 - 0 BENFICA
(wolfswinkel, pen.)
Confesso que me é difícil ser imparcial.
Depois de tudo o que li e ouvi sobre este jogo, mais difícil se torna.
Cada um terá, por certo, uma visão esverdeada ou avermelhada sobre o jogo.
Eu vou tentar ser transparente e tentar, obriga a uma introspecção e a uma visão objectiva do jogo.
Eu fui ao estádio e de lá levei para casa a ideia que foi um bom jogo de futebol.
Casos? SIM, um derby sem casos é como um jardim sem flores.
Vi um Sporting inteligente, um Sporting que soube esperar pela a obrigatoriedade do Benfica de ganhar. Vi um Sporting à espreita de uma oportunidade.
Vi um Benfica muito pressionante,vi o Benfica com um objectivo claro, tentar vencer.
Infelizmente o jogo dos 'se' começou cedo logo nos 1ºs minutos.
Gaitan foi (?) derrubado por Polga dentro da área, o sr. Artur não marcou ou viu mal ou não viu.
Um suposto se, começava com 0-1 para o Benfica, se marca-se.
Muitos ses podiam surgir, Benfica em ascensão a ganhar, um Sporting em depressão a perder...
Pois, outros ses, podiam surgir, o Sporting reagir à desvantagem (com o ambiente que estava..era o mais provável) e dar a volta à questão.
O certo é que tudo ficou na mesma, o Benfica não deixou de pressionar e obrigou Patrício a trabalhar.
Javi rematou de longe, uma boa defesa de para canto fez o resto.
Depois disso veio um outro se, Luisão faz falta (puxa Wolfswinkel pelo pescoço) dentro da área, há quem diga que não (?) e o penalti é marcado pelo próprio holandês para o 1-0.
O Sporting a partir daí soltou-se, teve mais bola, mas permanecia a ideia que o Benfica estava aparentemente melhor. No Sporting, o colectivo era mais forte.
O Benfica fazia o futebol-rodeo,transitava a bola de uma ponta a outra sem conseguir penetrar no apertado cerco leonino. Wolfswinkel era o incansável 1º defesa sportinguista.
O Sporting aproveitava o adiantamento das águias para sair com perigo.
Foi do holandês que surgiu o 3º se. Isolou-se, a grande velocidade,ganhou posição e ao entrar na área , Garay encosta/empurra (exige-se um intensiómetro!!!) e faz (para alguns não) penalti que fica por marcar.
São demasiados ses, para um jogo que pretendia ser limpo em casos.
A diferença estava numa equipa coesa a meio campo (o Sporting) e uma equipa sem ideias e poucas soluções (o Benfica)
A festa era sportinguista nas bancadas, uma força extra que ajudou animicamente a suportar os desgastes fisícos.
Na 2ª parte, Jesus apostou em Djaló, tirando um inócuo Rodrigo.
O Benfica tinha de vir determinado, mas o rodeo continuou.
O Sporting teve mais alerta ainda para o contra ataque.
Começou o nervosismo encarnado, Javi isola Wolfswinkel que perante Artur não soube marcar.
De seguida, foi Patrício posto à prova, quando a confusão na área deixou Maxi rematar de cabeça...
A saga do rei Artur, um guarda-redes sempre atento e precioso a anular todo o ataque do Sporting, tinha começado e continuou...
Foi num remate de Schaars,foi noutro remate de Wolfswinkel, Artur conseguiu evitar uma simples goleada...foi a barra a enfrentar o míssil de Ismailov.
Estes eram os muitos ses que o ataque do Sporting apresentava, perto de uma goleada iminente.
O Benfica teve muitos livres de chuveirinho, que apareciam aos magotes, mas o desespero não deixava pensar o livre estudado e a defesa leonina sempre resolvia a preceito
.Já tinha entrado Carriço, para consolidar e refrescar o cansado meio campo (saiu Schaars),no Benfica entrava Nelson Oliveira.
O incansável holandês, voltava a ter mais uma chance, ao contornar Artur, mas no remate escorrega (ou as forças acabaram) e Garay safa o perigo.
As fragilidades fisícas de Wolfswinker eram visíveis e foram trocadas pela juventude de Rubio.
O Benfica melhorou, dominou (leia-se tinha mais a bola), Djaló era o mais frenético e o mais trapalhão, mas o mais voluntarioso, rematou mais.
O Sporting sobre a batuta de Elias, o homem elástico, manteve a serenidade, mesmo nos lances mais perto da sua área, soube gerir a vantagem perante a falta de soluções encarnada.
Capel,antes de sair, ainda fez brilhar mais uma vez, o rei Artur, já perto do final.
Foi uma vitória à Sáporting, cheia de raça e colectivismo, à imagem do treinador que soube unir o grupo que já parecia esfrangalhado.
O Benfica pecou pela falta de ideias, pareceu à espera que um se resolvesse todos os problemas de uma equipa sem rumo.
O Benfica fica a 4 pontos do líder FC Porto com 4 jogos por jogar.
O Sporting é agora o 4º a oito pontos do 3º, o Braga.
foto: 'scp'
(wolfswinkel, pen.)
Confesso que me é difícil ser imparcial.
Depois de tudo o que li e ouvi sobre este jogo, mais difícil se torna.
Cada um terá, por certo, uma visão esverdeada ou avermelhada sobre o jogo.
Eu vou tentar ser transparente e tentar, obriga a uma introspecção e a uma visão objectiva do jogo.
Eu fui ao estádio e de lá levei para casa a ideia que foi um bom jogo de futebol.
Casos? SIM, um derby sem casos é como um jardim sem flores.
Vi um Sporting inteligente, um Sporting que soube esperar pela a obrigatoriedade do Benfica de ganhar. Vi um Sporting à espreita de uma oportunidade.
Vi um Benfica muito pressionante,vi o Benfica com um objectivo claro, tentar vencer.
Infelizmente o jogo dos 'se' começou cedo logo nos 1ºs minutos.
Gaitan foi (?) derrubado por Polga dentro da área, o sr. Artur não marcou ou viu mal ou não viu.
Um suposto se, começava com 0-1 para o Benfica, se marca-se.
Muitos ses podiam surgir, Benfica em ascensão a ganhar, um Sporting em depressão a perder...
Pois, outros ses, podiam surgir, o Sporting reagir à desvantagem (com o ambiente que estava..era o mais provável) e dar a volta à questão.
O certo é que tudo ficou na mesma, o Benfica não deixou de pressionar e obrigou Patrício a trabalhar.Javi rematou de longe, uma boa defesa de para canto fez o resto.
Depois disso veio um outro se, Luisão faz falta (puxa Wolfswinkel pelo pescoço) dentro da área, há quem diga que não (?) e o penalti é marcado pelo próprio holandês para o 1-0.
O Sporting a partir daí soltou-se, teve mais bola, mas permanecia a ideia que o Benfica estava aparentemente melhor. No Sporting, o colectivo era mais forte.
O Benfica fazia o futebol-rodeo,transitava a bola de uma ponta a outra sem conseguir penetrar no apertado cerco leonino. Wolfswinkel era o incansável 1º defesa sportinguista.
O Sporting aproveitava o adiantamento das águias para sair com perigo.
Foi do holandês que surgiu o 3º se. Isolou-se, a grande velocidade,ganhou posição e ao entrar na área , Garay encosta/empurra (exige-se um intensiómetro!!!) e faz (para alguns não) penalti que fica por marcar.
São demasiados ses, para um jogo que pretendia ser limpo em casos.
A diferença estava numa equipa coesa a meio campo (o Sporting) e uma equipa sem ideias e poucas soluções (o Benfica)
A festa era sportinguista nas bancadas, uma força extra que ajudou animicamente a suportar os desgastes fisícos.
Na 2ª parte, Jesus apostou em Djaló, tirando um inócuo Rodrigo.
O Benfica tinha de vir determinado, mas o rodeo continuou.
O Sporting teve mais alerta ainda para o contra ataque.
Começou o nervosismo encarnado, Javi isola Wolfswinkel que perante Artur não soube marcar.
De seguida, foi Patrício posto à prova, quando a confusão na área deixou Maxi rematar de cabeça...
A saga do rei Artur, um guarda-redes sempre atento e precioso a anular todo o ataque do Sporting, tinha começado e continuou...
Foi num remate de Schaars,foi noutro remate de Wolfswinkel, Artur conseguiu evitar uma simples goleada...foi a barra a enfrentar o míssil de Ismailov.
Estes eram os muitos ses que o ataque do Sporting apresentava, perto de uma goleada iminente.
O Benfica teve muitos livres de chuveirinho, que apareciam aos magotes, mas o desespero não deixava pensar o livre estudado e a defesa leonina sempre resolvia a preceito
.Já tinha entrado Carriço, para consolidar e refrescar o cansado meio campo (saiu Schaars),no Benfica entrava Nelson Oliveira.
O incansável holandês, voltava a ter mais uma chance, ao contornar Artur, mas no remate escorrega (ou as forças acabaram) e Garay safa o perigo.
As fragilidades fisícas de Wolfswinker eram visíveis e foram trocadas pela juventude de Rubio.
O Benfica melhorou, dominou (leia-se tinha mais a bola), Djaló era o mais frenético e o mais trapalhão, mas o mais voluntarioso, rematou mais.
O Sporting sobre a batuta de Elias, o homem elástico, manteve a serenidade, mesmo nos lances mais perto da sua área, soube gerir a vantagem perante a falta de soluções encarnada.
Capel,antes de sair, ainda fez brilhar mais uma vez, o rei Artur, já perto do final.
Foi uma vitória à Sáporting, cheia de raça e colectivismo, à imagem do treinador que soube unir o grupo que já parecia esfrangalhado.
O Benfica pecou pela falta de ideias, pareceu à espera que um se resolvesse todos os problemas de uma equipa sem rumo.
O Benfica fica a 4 pontos do líder FC Porto com 4 jogos por jogar.
O Sporting é agora o 4º a oito pontos do 3º, o Braga.
foto: 'scp'
domingo, 8 de abril de 2012
26ª JORNADA: UM V...HULK..ÃO NA PEDREIRA!!!
SP.BRAGA 0 - 1 F C PORTO
(hulk)
Um verdadeiro V..HULK...ÃO esteve na pedreira.
Duas ou três explosões do brasileiro fez a diferença.
Mesmo andando quase desaparecido durante a totalidade do jogo, Hulk foi o portista que mais desequilibrou, que mais criou, que mais assistiu para o perigo.
Pode não se fazer um jogo no seu todo, mas também se pode fazer a diferença quando a bola nos chega aos pés, Hulk com seu poder criativo e físico fez a diferença.
O jogo foi equilibrado, o Sp.Braga esperou pela 1ª pressão portista que se foi diluindo ao correr do tempo.
Conseguindo equilibrar o jogo, o Sp.Braga se batendo de igual para igual na tentativa clara de vontade de vencer o jogo.
Uma atitude certa para quem quer ir mais além, mas isso deixou um jogo mais aberto, mais espaçoso.
O FC Porto aproveitou melhor esses espaços, saía mais rápido e mais perigoso para o ataque.
O Sp. Braga era mais lento e geralmente tinha mais dificuldades porque encontrava a equipa portista já descida.
Quim começou uma saga de boas defesas, Lucho por duas vezes o pôs à prova, assistências de Hulk ,pois claro.
Depois foi mesmo Hulk que tentou surpreender com uma bomba centro/remate, Quim fez a defesa da noite.
Pelo meio, Hugo Viana, de livre também fez brilhar Helton, grande defesa a grande remate.
O equilíbrio estava marcado no placar : 0-0 , ao intervalo.
Foi o Sp.Braga que recomeçou por cima, Viana voltou a ter a chance que desperdiçou, seu pé direito é cego e mandou por cima.
Pouco depois, uma bola perdida pelo mesmo Viana, um mau passe, 'obrigou' James a assistir Hulk que pela direita, rematou cruzado para o 0-1. Quim bem se esticou, o forte remate bateu no poste contrário e entrou.
Era o desejado golo, era a consolidação da liderança, era o acabar do desespero.
O Sp.Braga continuou tentando e os portistas gerindo e atacando quando podiam.
O jogo andou pelo frenético e confuso, pela ansiedade dos que atacavam e dos que defendiam.
O FC Porto saiu com a vitória, uma dificil e justa vitória, porque foi quem mais a procurou.
O Sp. Braga volta à condição de equipa que incomoda, que teve perto de sonhar com o título, pois ...mas era só um sonho!!
(hulk)
Um verdadeiro V..HULK...ÃO esteve na pedreira.
Duas ou três explosões do brasileiro fez a diferença.
Mesmo andando quase desaparecido durante a totalidade do jogo, Hulk foi o portista que mais desequilibrou, que mais criou, que mais assistiu para o perigo.
Pode não se fazer um jogo no seu todo, mas também se pode fazer a diferença quando a bola nos chega aos pés, Hulk com seu poder criativo e físico fez a diferença.
O jogo foi equilibrado, o Sp.Braga esperou pela 1ª pressão portista que se foi diluindo ao correr do tempo.
Conseguindo equilibrar o jogo, o Sp.Braga se batendo de igual para igual na tentativa clara de vontade de vencer o jogo.
Uma atitude certa para quem quer ir mais além, mas isso deixou um jogo mais aberto, mais espaçoso.
O FC Porto aproveitou melhor esses espaços, saía mais rápido e mais perigoso para o ataque.
O Sp. Braga era mais lento e geralmente tinha mais dificuldades porque encontrava a equipa portista já descida.
Quim começou uma saga de boas defesas, Lucho por duas vezes o pôs à prova, assistências de Hulk ,pois claro.
Depois foi mesmo Hulk que tentou surpreender com uma bomba centro/remate, Quim fez a defesa da noite.
Pelo meio, Hugo Viana, de livre também fez brilhar Helton, grande defesa a grande remate.
O equilíbrio estava marcado no placar : 0-0 , ao intervalo.
Foi o Sp.Braga que recomeçou por cima, Viana voltou a ter a chance que desperdiçou, seu pé direito é cego e mandou por cima.
Pouco depois, uma bola perdida pelo mesmo Viana, um mau passe, 'obrigou' James a assistir Hulk que pela direita, rematou cruzado para o 0-1. Quim bem se esticou, o forte remate bateu no poste contrário e entrou.
Era o desejado golo, era a consolidação da liderança, era o acabar do desespero.
O Sp.Braga continuou tentando e os portistas gerindo e atacando quando podiam.
O jogo andou pelo frenético e confuso, pela ansiedade dos que atacavam e dos que defendiam.
O FC Porto saiu com a vitória, uma dificil e justa vitória, porque foi quem mais a procurou.
O Sp. Braga volta à condição de equipa que incomoda, que teve perto de sonhar com o título, pois ...mas era só um sonho!!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
LIGA EUROPA: SPORTING NAS MEIAS FINAIS!!
METALIST 1 -1 SPORTING
(cristaldo) (wolfswinkel)
O leão está no topo, no topo da Europa, da Liga Europa.
Um intruso no meio da espanholada, um fado, no meio de saleros e castanholas (At. Madrid, Valência e At.Bilbau - o adversário)
Curiosamente o inverso do ano transacto onde o Villareal estava no meio do fado lusitano (FC Porto,Sp.Braga e Benfica).
O Sporting está lá para a história, história que se faz, com vitórias ou com empates que valem o mesmo.
É a 5ª meia final do clube a nível europeu, talvez a menos provável, talvez a mais conquistada.
O Sporting é actualmente uma equipa de luta, uma equipa que usa a força comum como arma de estabilização para a sua existência.
O futebol é um jogo de equipa e o Sporting leva essa evidência ao máximo possível sem escorar do brilhantismo individual de alguns dos seus jogadores.
O Sporting tem actualmente uma força especial, faz jus ao seu lema : 'Esforço, Dedicação, Devoção'...
e a Glória tem aparecido...
O Sporting em Khakiv, foi muito contido (direi eu demasiado contido) e demasiado expectante.
Sabia que a pressão do Metalist iria ser enorme e que fariam tudo para conseguir o golo da qualificação.
Especialmente e quase sempre o Metalist deu essa responsabilidade à sua melhor arma: Tison.
O brasileiro assumiu o jogo como seu e muito tudo fez por isso, só que tinha pela frente São Patrício.
O Sporting sabia que ia sofrer, esperou até ter a possibilidade de se soltar, estava a ser difícil conseguir ter a bola e criar.
O Metalist fez o seu papel, pressionou até à exaustão, até que o desespero fizesse a defesa cometer erros que o beneficia-se de algum modo.
Sentia-se um Sporting ligeiramente nervoso a defender, mais ainda a tentar atacar, a pouca precisão nos passes, o jogo não avançava do lado leonino.
O Metalist foi perdendo o gás, perante tantos obstáculos, Tison sozinho não lhes chegava ...
O Sporting aproveitou uma ocasião, para dificultar mais ainda a vida aos ucranianos.
Capel centra para a cabeça de Wolfswinkel com a medida certa e o holandês deu a vantagem ao Sporting nesta escassa oportunidade. O 0-1, um bênção e um prémio para os homens da luta....
Agora em vantagem, o sofrimento no 2º tempo iria ser ainda maior.
O Sporting tinha de ser maior que esse sofrimento, tinha que ser maior que si próprio, tinha de conseguir acima de tudo ser mais equipa ainda.
O Metalist carregou, carregou e conseguiu o empate, Cristaldo na frente de Patrício conseguiu engana-lo com um remate seco e por baixo das pernas.
O 1-1, empolgou os ucranianos e passados poucos minutos (64') tiveram um penalti a seu favor.
Clayton Xavier perde a chance igualar a eliminatória, porque São Patrício defendeu com as pernas.
Um feito que engrandeceu o espírito leonino e esmoreceu o ímpeto metalúrgico.
O Sporting decidiu aguentar, entrou Renato Neto, depois André Santos, saindo Matias e André Martins, perdeu-se alguma criatividade (para quê?) ganhou-se consistência a meio campo.
O Sporting foi até ao fim uma equipa lutadora, mais uma vez foi o espírito colectivo que funcionou em pleno.
O Sporting passa ás meias finais e defrontará o dificissilimo ATLÉTICO BILBAU.
foto: scp.
MEIAS FINAIS:
SPORTING - ATL. BILBAU
ATL.MADRID - VALÊNCIA
(cristaldo) (wolfswinkel)
O leão está no topo, no topo da Europa, da Liga Europa.
Um intruso no meio da espanholada, um fado, no meio de saleros e castanholas (At. Madrid, Valência e At.Bilbau - o adversário)
Curiosamente o inverso do ano transacto onde o Villareal estava no meio do fado lusitano (FC Porto,Sp.Braga e Benfica).
O Sporting está lá para a história, história que se faz, com vitórias ou com empates que valem o mesmo.
É a 5ª meia final do clube a nível europeu, talvez a menos provável, talvez a mais conquistada.
O Sporting é actualmente uma equipa de luta, uma equipa que usa a força comum como arma de estabilização para a sua existência.
O futebol é um jogo de equipa e o Sporting leva essa evidência ao máximo possível sem escorar do brilhantismo individual de alguns dos seus jogadores.O Sporting tem actualmente uma força especial, faz jus ao seu lema : 'Esforço, Dedicação, Devoção'...
e a Glória tem aparecido...
O Sporting em Khakiv, foi muito contido (direi eu demasiado contido) e demasiado expectante.
Sabia que a pressão do Metalist iria ser enorme e que fariam tudo para conseguir o golo da qualificação.
Especialmente e quase sempre o Metalist deu essa responsabilidade à sua melhor arma: Tison.
O brasileiro assumiu o jogo como seu e muito tudo fez por isso, só que tinha pela frente São Patrício.
O Sporting sabia que ia sofrer, esperou até ter a possibilidade de se soltar, estava a ser difícil conseguir ter a bola e criar.
O Metalist fez o seu papel, pressionou até à exaustão, até que o desespero fizesse a defesa cometer erros que o beneficia-se de algum modo.
Sentia-se um Sporting ligeiramente nervoso a defender, mais ainda a tentar atacar, a pouca precisão nos passes, o jogo não avançava do lado leonino.
O Metalist foi perdendo o gás, perante tantos obstáculos, Tison sozinho não lhes chegava ...
O Sporting aproveitou uma ocasião, para dificultar mais ainda a vida aos ucranianos.
Capel centra para a cabeça de Wolfswinkel com a medida certa e o holandês deu a vantagem ao Sporting nesta escassa oportunidade. O 0-1, um bênção e um prémio para os homens da luta....
Agora em vantagem, o sofrimento no 2º tempo iria ser ainda maior.
O Sporting tinha de ser maior que esse sofrimento, tinha que ser maior que si próprio, tinha de conseguir acima de tudo ser mais equipa ainda.
O Metalist carregou, carregou e conseguiu o empate, Cristaldo na frente de Patrício conseguiu engana-lo com um remate seco e por baixo das pernas.
O 1-1, empolgou os ucranianos e passados poucos minutos (64') tiveram um penalti a seu favor.
Clayton Xavier perde a chance igualar a eliminatória, porque São Patrício defendeu com as pernas.
Um feito que engrandeceu o espírito leonino e esmoreceu o ímpeto metalúrgico.
O Sporting decidiu aguentar, entrou Renato Neto, depois André Santos, saindo Matias e André Martins, perdeu-se alguma criatividade (para quê?) ganhou-se consistência a meio campo.
O Sporting foi até ao fim uma equipa lutadora, mais uma vez foi o espírito colectivo que funcionou em pleno.
O Sporting passa ás meias finais e defrontará o dificissilimo ATLÉTICO BILBAU.
foto: scp.
MEIAS FINAIS:
SPORTING - ATL. BILBAU
ATL.MADRID - VALÊNCIA
CHAMPIONS: UM GOLO MEIO RELES AFASTA BENFICA
CHELSEA 2 - 1 BENFICA
(lampard pen., r.meireles) (javi garcia)
É dificil fazer cumprir sonhos, quando achamos eles impossiveis. Só quando se quer mesmo se leva o sonho quase a ser realizado. O Benfica chegou a sonhar, mas o sonho acabou num golo meio reles.
As limitações benfiquistas (falta de centrais) eram importantes, mas confiou-se noutros 'anormais' centrais e o Benfica deu-se bem com Javi e Emerson.
O tanto 'contestado' Emerson até se deu melhor nesta posição que o adaptado Javi que borrou a pintura ao fazer o penalti que deu o 1-0 ao Chelsea.
Uma vantagem aumentada aos 21 minutos, deixou o Chelsea mais seguro porque ainda pouco tinha feito até então.
O Benfica tinha entrado bem no jogo, com pressão, posse de bola (consentida?) e canalizava o jogo mais à esquerda a Gaitan.
O Benfica deu a ideia clara que não baixaria os braços e lutaria até final pela passagem.
O Chelsea parecia tranquilo, seguro e só alguns rasgos de Gaítan tremiam um pouco os ingleses.
Uma entrada mais dura de Maxi, ao levar o 2ª amarelo (o 1º por protestos no penalti) e expulsão, aos 40 min. deixou o Benfica mais frágil.
O Benfica teve de alterar e adaptar tudo de novo, mas a falta de um jogador não minimisou a vontade.
Começou a haver mais espaços e por estranho que pareça o Benfica paraecia em maior numero que o Chelsea que continuava contido lá atrás.
O Chelsea aparecia mais em contra golpe, mas o Benfica ia travando os seus excessos ...
O jogo teve momentos incaracteristicos, o aglomerado de gente atrás, fazia acontecer mais passes errados, muita bola no ar, muito sacudir para a frente e muita pressa...
O Benfica quando chegou ao empate por Javi, a 5 minutos dos 90, gelou os ingleses e pôs na alma benfiquista o resto de esperança.
O Benfica estava por cima no momento e isso galvanizou-o ainda mais.
Eram pouco mais de 5 minutos (foram 9) para fazer o golo de sonho.
A ansiedade (normal, dada a pressão) não deixou pensar bem no último momento.
Nelson Oliveira jogou por cima a última oportunidade.
O balanço do Benfica na frente, deixou a descoberto o caminho para Raul Meireles acabar com o sonho benfiquista.
Um contra ataque rápido e um remate indefensável fez o 2-1 e o deu passaporte ao Chelsea para a meia final. Um golo meio reles....
O Benfica saí honrado, abatido, mas leva deste jogo duas lições importantes:
só perde quem faz por não ganhar (mesmo condicionalissimo) e nas adversidades nascem novos jogadores (Emerson a central é opção valida!)
AS MEIAS FINAIS :
REAL MADRID- BAYERN MUNICH
BARCELONA- CHELSEA
(lampard pen., r.meireles) (javi garcia)
É dificil fazer cumprir sonhos, quando achamos eles impossiveis. Só quando se quer mesmo se leva o sonho quase a ser realizado. O Benfica chegou a sonhar, mas o sonho acabou num golo meio reles.
As limitações benfiquistas (falta de centrais) eram importantes, mas confiou-se noutros 'anormais' centrais e o Benfica deu-se bem com Javi e Emerson.
O tanto 'contestado' Emerson até se deu melhor nesta posição que o adaptado Javi que borrou a pintura ao fazer o penalti que deu o 1-0 ao Chelsea.
Uma vantagem aumentada aos 21 minutos, deixou o Chelsea mais seguro porque ainda pouco tinha feito até então.
O Benfica tinha entrado bem no jogo, com pressão, posse de bola (consentida?) e canalizava o jogo mais à esquerda a Gaitan.
O Benfica deu a ideia clara que não baixaria os braços e lutaria até final pela passagem.
O Chelsea parecia tranquilo, seguro e só alguns rasgos de Gaítan tremiam um pouco os ingleses.
Uma entrada mais dura de Maxi, ao levar o 2ª amarelo (o 1º por protestos no penalti) e expulsão, aos 40 min. deixou o Benfica mais frágil.
O Benfica teve de alterar e adaptar tudo de novo, mas a falta de um jogador não minimisou a vontade.
Começou a haver mais espaços e por estranho que pareça o Benfica paraecia em maior numero que o Chelsea que continuava contido lá atrás.
O Chelsea aparecia mais em contra golpe, mas o Benfica ia travando os seus excessos ...
O jogo teve momentos incaracteristicos, o aglomerado de gente atrás, fazia acontecer mais passes errados, muita bola no ar, muito sacudir para a frente e muita pressa...
O Benfica quando chegou ao empate por Javi, a 5 minutos dos 90, gelou os ingleses e pôs na alma benfiquista o resto de esperança.
O Benfica estava por cima no momento e isso galvanizou-o ainda mais.
Eram pouco mais de 5 minutos (foram 9) para fazer o golo de sonho.
A ansiedade (normal, dada a pressão) não deixou pensar bem no último momento.
Nelson Oliveira jogou por cima a última oportunidade.
O balanço do Benfica na frente, deixou a descoberto o caminho para Raul Meireles acabar com o sonho benfiquista.
Um contra ataque rápido e um remate indefensável fez o 2-1 e o deu passaporte ao Chelsea para a meia final. Um golo meio reles....
O Benfica saí honrado, abatido, mas leva deste jogo duas lições importantes:
só perde quem faz por não ganhar (mesmo condicionalissimo) e nas adversidades nascem novos jogadores (Emerson a central é opção valida!)
AS MEIAS FINAIS :
REAL MADRID- BAYERN MUNICH
BARCELONA- CHELSEA
segunda-feira, 2 de abril de 2012
SPORTING : poupar, até nos golos...
U. LEIRIA 0 - 1 SPORTING
(matias fernandez)
Cumprir mais uma jornada era a 'obrigação'.
Para não deixar fugir o Marítimo, era obrigação ganhar.
O U.Leiria também ambicionava ganhar pontos para tentar sair do fundo da tabela.
Sá Pinto foi para a Marinha Grande, gerindo o plantel e apresentou menos 7 dos habituais titulares.
Uma equipa renovada, sangue novo, uma oportunidade para se mostrarem os 'escondidos'.
O Sporting entrou bem no jogo, em pouco tempo Insúa teve duas chances.
A natural falta de entrosamento dificultou um pouco a abordagem ao jogo, mas o Leiria estando todo atrás de linha da bola dificultou ainda mais.
Não foi um jogo bonito de se ver, nem podia, dadas as circunstâncias.
O Sporting foi sempre superior, o U. Leiria criou lances perigosos, mas quem tem São Patrício....tem tudo.
No segundo tempo, Sá Pinto fez entrar Schaars(saiu Renato), desviando Elias para o ponto (6) e o jogo começou a fluir melhor.
Mais ainda quando fez entrar Matias, a pequena magia entrou em acção.
O Sporting começou a ficar melhor, mas a bola estava difícil de entrar.
O U. Leiria sonhou fazer melhor, abriu mais caminhos ...e o Sporting foi mais perigoso.
Curiosamente, na melhor fase sportinguista, falhou a Luz e parou o jogo.
Cerca de 10 minutos de paragem esfriou o ímpeto do Leão.
Demorou a voltar o ritmo, o engenho e arte, mas a vontade estava lá.
Foi Matias que quebrou o enguiço, de livre directo (vai sendo um hábito) encontrou o caminho do golo.
Uma vitória suada, merecida pelo esforço...
(matias fernandez)
Cumprir mais uma jornada era a 'obrigação'.
Para não deixar fugir o Marítimo, era obrigação ganhar.
O U.Leiria também ambicionava ganhar pontos para tentar sair do fundo da tabela.
Sá Pinto foi para a Marinha Grande, gerindo o plantel e apresentou menos 7 dos habituais titulares.
Uma equipa renovada, sangue novo, uma oportunidade para se mostrarem os 'escondidos'.
O Sporting entrou bem no jogo, em pouco tempo Insúa teve duas chances.
A natural falta de entrosamento dificultou um pouco a abordagem ao jogo, mas o Leiria estando todo atrás de linha da bola dificultou ainda mais.
Não foi um jogo bonito de se ver, nem podia, dadas as circunstâncias.
O Sporting foi sempre superior, o U. Leiria criou lances perigosos, mas quem tem São Patrício....tem tudo.
No segundo tempo, Sá Pinto fez entrar Schaars(saiu Renato), desviando Elias para o ponto (6) e o jogo começou a fluir melhor.
Mais ainda quando fez entrar Matias, a pequena magia entrou em acção.
O Sporting começou a ficar melhor, mas a bola estava difícil de entrar.
O U. Leiria sonhou fazer melhor, abriu mais caminhos ...e o Sporting foi mais perigoso.
Curiosamente, na melhor fase sportinguista, falhou a Luz e parou o jogo.
Cerca de 10 minutos de paragem esfriou o ímpeto do Leão.
Demorou a voltar o ritmo, o engenho e arte, mas a vontade estava lá.
Foi Matias que quebrou o enguiço, de livre directo (vai sendo um hábito) encontrou o caminho do golo.
Uma vitória suada, merecida pelo esforço...
domingo, 1 de abril de 2012
25ªJORNADA: INVERTEM-SE OS LUGARES, A DIFERENÇA CONTINUA
F C PORTO 2 - 0 OLHANENSE
( lucho,james)
O FC Porto libertou-se e bem da pressão que era vencer este jogo para não descolar dos da frente.
O 2-0 foi um resultado escasso, pelas inúmeras oportunidades que teve.
Um jogo aberto, com a falta da pressão algarvia, o F C Porto conseguiu fazer brilhar o guardião adversário Fabiano.
Fabiano esteve em grande destaque, quando por diversas vezes foi impedindo o FC Porto de marcar.
Só pelos 24 minutos, Lucho, em remate frontal de fora da área, conseguiu bater um super Fabiano.
O FC Porto relaxou com o resultado favorável e foi mais gerindo que pressionando.
Moutinho era o estratega, enchia o campo, estava em todo lado e servia a linha avançada com precisão.
Maicon era a segurança atrás, tudo estava a correr bemperante um Olhanense pouco ambicioso.
Se Lucho (deu lugar a Defour) tinha aberto a conta, James fechou-a com um bonito golo, pelos 73 minutos.
Uma conta que já parecia paga, um jantar ligeiro que o FC Porto digeriu bem, já que a ementa era de fácila digestão.
O Olhanense deu um ar de sua graça, mas estranhamente quase não incomodou Helton.
BENFICA 2 - 1 SP. BRAGA
(witsel pen., bruno césar) (elderson)
Sair a dominar, ter posse de bola constante é bom quando se faz que isso tenha resultados práticos: golos.
O Benfica começou por cima (era a sua obrigação!) foi dominando o jogo, o Braga foi espectante e muito bem organizado atrás.
O Benfica canalizava o jogo à esquerda a Gaitan, quase sempre foi o 'motor' de arranque, a gasua para as soluções.
O Braga aguentou a primeira pressão (15 minutos) depois foi-se libertando, explorando aos poucos os espaços deixados pelo meio campo muito avançado benfiquista.
O Benfica foi alternando o flanco, mas Maxi não estava nos seus dias, voltava a Gaitan sempre muito mais perigoso.
A linha média encarnada estava muito junta, Rodrigo, Witsel e Bruno César, chegavam a ocupar o mesmo espaço procurando soluções, quase se atrapalhavam num espaço reduzido ao máximo pela equipa bracarense.
O Benfica dominava? Sim. Muita posse de bola? Sim. Tudo parecia consentido, por um Braga sereno, estudioso e sempre à espreita.
Foram poucos os lances eminentes de golo, mas a bola cheirou mais de perto a baliza de Artur que de Quim.
O verdadeiro jogo começou no 2º tempo, onde a bola foi mais repartida, onde o Benfica tinha de fazer mais e melhor, onde o Braga começou a acreditar que era possivel fazer mais.
As duas equipas estavam mais subidas, foram explorando os espaços melhor e começaram os perigos a rondar as balizas.
Jesus aposta na mobilidade do jovem Nelson Oliveira, retirando o estáctico Cardozo. Recua mais Witsel para estratéga, o jogo começa a fluir melhor...começou a tentar de longe rematando mais.
O Braga continua inacreditávelmente espectante, com muito mais espaço meio campo para o contra golpe rápido. Foi assim começou a ser perigoso, Lima foi aparecendo, Mossóró tambem e Hugo Viana despreocupou-se de defender e ajudou a organizar.
O jogo estava num constante desafio, um Benfica mais avançado era mais premissivo atrás,mas tambem mais perigoso na frente.
Muito mais tinha a perder que a ganhar se o resultado se mantivesse nulo.
O Benfica, quando pensava em voltar a mexer na equipa, fica privado de Miguel Victor, uma lesão muscular (?) que o deitou por terra...
Jesus faz entrar Matic, recuando Javi para central e aposta em Nolito, tirando Rodrigo.
Quando o Braga começou a dar ares de satisfação com este resultado (não se percebe bem porquê?), o nulo de facto,era bem melhor que a derrota, Lima soltou-se da marcação e ao entrar na área é derrubado.
Deve ter faltado intensidade ao empurrão/desvio, porque o arbitro nada assinalou...
Mas se um penalti não se marca de um lado, do outro ...
Bruno César ao disputar um lance é derrubado à cabeçada por Elderson a tentar chegar á bola, mas atrasado.
Witsel bateu Quim, fez um 1-0 e deixou o Benfica em vantagem.
A pouco mais de 10 minutos do final a ideia era gerir o resultado, mas não deu tempo.
O Braga insistiu mais ainda e na sequência de um livre de Hugo Viana, Elderson redimiu-se e empatou à boca da baliza. 0 1-1, tão desejado para o Braga e tão castrador para o Benfica.
Pouco restava para o final, o Benfica insistia em não perder a chance de ficar no topo.
Tudo estava na ânsiedade que uma bola perdida lhes desse a vitória.
A última serenidade pareceu colher o espíríto benfiquista.
O Benfica faz a melhor jogada do jogo, passes rápidos e precisos, Gaítan volta a aparecer para servir Bruno César, um passe mágico, que deixa à mercê do brasileiro que remata ao poste mais distante de Quim.
O 2-1 milagroso, mas um 2-1 bem trabalhado, merecido, porque o Benfica fez por vencer.
O Braga pecou por estar demasiado tempo a não acreditar na possibilidade de vencer na Luz, e preferir aguentar um menos mau resultado, acabando por não levar nada de positivo.
A Jardim murcharam as flores...a Jesus, o milgre acontece!!!!
Assim sendo invertem-se os papeis, está o FC Porto na frente a um ponto do Benfica e a dois do Braga.
A próxima jornada é mais escaldante ainda com o Braga a receber o FC Porto e o Benfica a ter de ir a Alvadade jogar com o ríval Sporting.
( lucho,james)
O FC Porto libertou-se e bem da pressão que era vencer este jogo para não descolar dos da frente.
O 2-0 foi um resultado escasso, pelas inúmeras oportunidades que teve.
Um jogo aberto, com a falta da pressão algarvia, o F C Porto conseguiu fazer brilhar o guardião adversário Fabiano.
Fabiano esteve em grande destaque, quando por diversas vezes foi impedindo o FC Porto de marcar.
Só pelos 24 minutos, Lucho, em remate frontal de fora da área, conseguiu bater um super Fabiano.
O FC Porto relaxou com o resultado favorável e foi mais gerindo que pressionando.
Moutinho era o estratega, enchia o campo, estava em todo lado e servia a linha avançada com precisão.
Maicon era a segurança atrás, tudo estava a correr bemperante um Olhanense pouco ambicioso.
Se Lucho (deu lugar a Defour) tinha aberto a conta, James fechou-a com um bonito golo, pelos 73 minutos.
Uma conta que já parecia paga, um jantar ligeiro que o FC Porto digeriu bem, já que a ementa era de fácila digestão.
O Olhanense deu um ar de sua graça, mas estranhamente quase não incomodou Helton.
BENFICA 2 - 1 SP. BRAGA
(witsel pen., bruno césar) (elderson)
Sair a dominar, ter posse de bola constante é bom quando se faz que isso tenha resultados práticos: golos.
O Benfica começou por cima (era a sua obrigação!) foi dominando o jogo, o Braga foi espectante e muito bem organizado atrás.
O Benfica canalizava o jogo à esquerda a Gaitan, quase sempre foi o 'motor' de arranque, a gasua para as soluções.
O Braga aguentou a primeira pressão (15 minutos) depois foi-se libertando, explorando aos poucos os espaços deixados pelo meio campo muito avançado benfiquista.
O Benfica foi alternando o flanco, mas Maxi não estava nos seus dias, voltava a Gaitan sempre muito mais perigoso.
A linha média encarnada estava muito junta, Rodrigo, Witsel e Bruno César, chegavam a ocupar o mesmo espaço procurando soluções, quase se atrapalhavam num espaço reduzido ao máximo pela equipa bracarense.
O Benfica dominava? Sim. Muita posse de bola? Sim. Tudo parecia consentido, por um Braga sereno, estudioso e sempre à espreita.
Foram poucos os lances eminentes de golo, mas a bola cheirou mais de perto a baliza de Artur que de Quim.
O verdadeiro jogo começou no 2º tempo, onde a bola foi mais repartida, onde o Benfica tinha de fazer mais e melhor, onde o Braga começou a acreditar que era possivel fazer mais.
As duas equipas estavam mais subidas, foram explorando os espaços melhor e começaram os perigos a rondar as balizas.
Jesus aposta na mobilidade do jovem Nelson Oliveira, retirando o estáctico Cardozo. Recua mais Witsel para estratéga, o jogo começa a fluir melhor...começou a tentar de longe rematando mais.
O Braga continua inacreditávelmente espectante, com muito mais espaço meio campo para o contra golpe rápido. Foi assim começou a ser perigoso, Lima foi aparecendo, Mossóró tambem e Hugo Viana despreocupou-se de defender e ajudou a organizar.
O jogo estava num constante desafio, um Benfica mais avançado era mais premissivo atrás,mas tambem mais perigoso na frente.
Muito mais tinha a perder que a ganhar se o resultado se mantivesse nulo.
O Benfica, quando pensava em voltar a mexer na equipa, fica privado de Miguel Victor, uma lesão muscular (?) que o deitou por terra...
Jesus faz entrar Matic, recuando Javi para central e aposta em Nolito, tirando Rodrigo.
Quando o Braga começou a dar ares de satisfação com este resultado (não se percebe bem porquê?), o nulo de facto,era bem melhor que a derrota, Lima soltou-se da marcação e ao entrar na área é derrubado.
Deve ter faltado intensidade ao empurrão/desvio, porque o arbitro nada assinalou...
Mas se um penalti não se marca de um lado, do outro ...
Bruno César ao disputar um lance é derrubado à cabeçada por Elderson a tentar chegar á bola, mas atrasado.
Witsel bateu Quim, fez um 1-0 e deixou o Benfica em vantagem.
A pouco mais de 10 minutos do final a ideia era gerir o resultado, mas não deu tempo.
O Braga insistiu mais ainda e na sequência de um livre de Hugo Viana, Elderson redimiu-se e empatou à boca da baliza. 0 1-1, tão desejado para o Braga e tão castrador para o Benfica.
Pouco restava para o final, o Benfica insistia em não perder a chance de ficar no topo.
Tudo estava na ânsiedade que uma bola perdida lhes desse a vitória.
A última serenidade pareceu colher o espíríto benfiquista.
O Benfica faz a melhor jogada do jogo, passes rápidos e precisos, Gaítan volta a aparecer para servir Bruno César, um passe mágico, que deixa à mercê do brasileiro que remata ao poste mais distante de Quim.
O 2-1 milagroso, mas um 2-1 bem trabalhado, merecido, porque o Benfica fez por vencer.
O Braga pecou por estar demasiado tempo a não acreditar na possibilidade de vencer na Luz, e preferir aguentar um menos mau resultado, acabando por não levar nada de positivo.
A Jardim murcharam as flores...a Jesus, o milgre acontece!!!!
Assim sendo invertem-se os papeis, está o FC Porto na frente a um ponto do Benfica e a dois do Braga.
A próxima jornada é mais escaldante ainda com o Braga a receber o FC Porto e o Benfica a ter de ir a Alvadade jogar com o ríval Sporting.
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