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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

SPORTING : GOLSWINKEL EM GRANDE

SPORTING 3 - 0 V.SETÚBAL
(schaars,wolfswinkel 2)

Não se pode andar distraído. Perder um jogo do inicio, é como perder o parte de um filme no cinema.
O 'filme' que o Sporting apresenta tem o exctase logo no inicio.
Um filme demolidor, tipo 'schwarzenegger', mas com outros actores: Schaars e Wolfswinker.
Os holandeses arrasaram o Setúbal em apenas 15 minutos, uma curta metragem de longo filme de acção.
Este Sporting está incrível, repete pela terceira vez, golos madrugadores e o grande balanço para as vitórias.
Este jogo em Alvalade foi de alta tensão. O regresso a casa tinha de ser de arromba e foi e de que maneira.
Neste espírito avassalador, o Sporting está a começar a engrenar, joga-se com uma grande alegria e isso nota-se em cada passe, em cada jogada, em cada corte.
'Marcar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer' este proverbio adaptado é uma fiel definição deste Sporting.
Não se pense que o V.Setúbal foi pêra doce,até assustou Patrício,mas não resistiu a um leão tão forte.
Os 3-0 aos 15 minutos, não fez os leões esmorecer o animo,o Sporting sempre jogou para a frente de olhos na baliza sadina. O ritmo alucinante só abrandou mais tarde e assentou para gerir o inesperado resultado.
Alvalade estava naturalmente ao rubro ao intervalo a festa já era muita.
Ficou a curiosidade em saber se o resto do 'filme' era bom.
E foi, o protagonista destacava-se, estava em todas as acções, Wolfswinkel, o terror das balizas.
Só que do outro lado estava um grande actor secundário,sempre pronto a roubar a 'cena', Diego, o guardião sadino.
Foi uma luta intensa, onde sempre venceu Diego e foi um final feliz para o V.Setúbal.
Podia ser uma noite história, um resultado exageradamente volumoso, um filme com um final apoteótico.
Para o Sporting, o 'fim'  foi feliz, três pontos e uma subida ao topo a três pontos dos lideres.
O que fica deste jogo é a sublime vontade de ganhar deste Sporting.
Até onde vai 'este' Sporting, até quando vai durar 'este' Sporting?
Para bem do campeonato esperemos que dure muito...

sábado, 24 de setembro de 2011

BENFICA EMPATA NO DRAGÃO

F C PORTO 2 - 2 BENFICA
(kléber,otamendi)                (cardozo,gaitan)

Não se pode dizer que o resultado seja igual a um jogo frenético.
Não o foi, mas tambem não foi uma pasmaceira.
O jogo foi essencialmente táctico, era de prever,mas com o desenvolvimento do jogo se percebeu que o Benfica estava demasiado atrás.
O FC Porto  começou o jogo a pressionar na frente ( a tal pressão alta) e de posse de bola começou bem o jogo. Hulk foi um vulcão à solta, era de esperar, como tal, foi o primeiro  a criar perigo.
O Benfica tinha um buraco entre a avançada e o meio campo e não desenvolvia um modo de a bola quando na sua posse chegasse na frente. Aimar estava demasiado chegado a Cardozo e Witsel mais preocupado em defender que criar.
O Benfica jogou pelas laterais, onde Gaitan e Nolito procuravam furar mas a estrutura portista estava bem alinhada e anulava as possibilidades.
Varela alternava com Hulk as voluntárias arrancadas perigosas, mas era o 'incrivel' que surpreendia mais.
Artur foi chamado a entrevir diversas vezes.
Guarin era o elo mais forte dos dragões,garantia a defender e começava as jogadas de ataque.
A alas portistas funcionavam como alavanca e assim o Porto chegou à vantagem.
Falta sobre Àlvaro Pereira na esquerda. Livre marcado por Guarin e Kléber com um leve toque de cabeça faz o 1-0, resulatado ao intervalo.
O FC Porto justificava a vantagem,tinha sido a melhor equipa em campo e a que procurara mais e melhor o golo.
O Benfica estranhamente estava muito contido, algo na engrenagem não funcionava.
O jogo mudou com a atitude aventureira do Benfica, na segunda parte.Assim de dispôs e assim fez o empate.
Nolito, numa trapalhada finta curta, persistencia e brilho serviu Cardozo que habilmente se desviou de Helton e marcou. O 1-1 , tão cedo fez renascer o jogo e perspectivou algo melhor.
Foi o FC Porto que mais acelerou e não demorou 5 minutos para desempatar a partida.
Um canto curto, uma desmarcação de Varela (parece tão fácil) este joga para a pequena área e Otamendi apareceu a empurrar perante a inercia defensiva benfiquista.
O Benfica não chegou a 'gozar' e assentar ideias com o empate.
O FC Porto voltou a ser dominante,mas recuou um pouco no campo e o Benfica foi progressivamente tentando avançar.
Guarin faz trabalhar Artur, Cardozo faz trabalhar Helton.
Jesus resolve 'estragar' o jogo. Tira Nolito e Aimar, uma opção duvidosa já que Nolito estava a ser o mais acutilante benfiquista e Aimar se jogasse mais atrás a música era outra.
Entraram Saviola e Bruno César, as opções fizeram Witsel libertar-se de preocupações defensivas e resultou.
O belga começou a gerir o futebol encarnado e o Benfica começa a ser mais perigoso.Maior mobilidade, melhor qualidade no passe, um jogo mais interessante.
Sem perceber, os portistas recuavam aos poucos e já geriam a vantagem mentalmente.
O Benfica sentiu que podia chegar-se mais à frente, e conseguiu o empate.
Gaitan foi isolado por Saviola, que na cara de Helton fez um disparo vitorioso. O 2-2 era uma vitória.
Poucos minutos restavam (8), o Benfica resolveu segurar o empate(entrou Matic saiu Cardozo),o FC Porto já não tinha força anímica para virar a partida.
O Benfica foi ao Dragão arrancar um ponto precioso, por ser uma equipa eficaz e com mais inteligencia nos momentos certos.
O FC Porto deixou fugir 2 pontos, porque teve em vantagem por 2 vezes e não soube aumentá-la nem aguenta-la quando a vitória já não parecia fugir.