

Que dizer deste fantástico Leixões que contra todas as expectativas lá vai na frente destacado?
Os ditos grandes afinal quem são? O Leixões, o Leixões e o Leixões.
Empatou em casa com o Benfica, ganhou no Dragão ao campeão e em Alvalade ao Sporting.
Zé do boné ( José Mota) está de parabéns, tem uma excelente equipa, que está bem estruturada, que sabe o que deve fazer e não se amedronta com as camisolas inimigas,sejam elas quais forem.
Hoje em Alvalade, esteve muito bem, não deixou o Sporting jogar eliminando os espaços possíveis para o desenvolvimento leonino.
Porém, o Sporting dominou o jogo, um domínio consentido(?), mas criou poucas chances, a que Beto se opôs com brilhantismo.
P.Bento teve de fazer 2 substituições forçadas. Rochemback saiu lesionado entrou P.Silva que viria a sair também lesionado, entrou Grimi , o que o limitou para a 2ª parte.
Na 2ª parte, o Leixões equilibrou o jogo, teve mais bola e pressionou mais à frente. O Sporting perante mais dificuldades, desorganizou-se um pouco.
Numa das poucas investidas, o Leixões fez aquecer Patrício, com um remate de longe, talvez a avisar que não tardaria marcava.
Deixou primeiro Postiga falhar numa boa tabelinha com Romagnoli, remate fraco para um Beto atento.
E depois num alivio defensivo, Izmailov deixou-se antecipar por Roberto Sousa que rematou à entrada da área e fez golo.
Parecia injusto, mas o golo premiava o vincado colectivismo e a arrumação táctica da equipa de Matosinhos.
O desespero caiu em Alvalade, apostou-se no último trunfo: Djáló.
Com três defesas ( saiu o jovem Carriço) o Sporting tentou tudo para dar a volta ao jogo. Foi muito difícil, porque a muralha leixonense era muito versátil e compacta. E quando era furada estava lá Beto, o guardião do castelo.
Depois de mansinho, o contra-ataque era a arma, para a desarmada defesa sportinguista. Podiam ter aumentado a vergonha verde branca, mas Patrício e o seu poste repeliram as bolas da possível desgraça.
O Sporting perdeu, porque não soube quebrar o líder, porque não teve decernimento nas chances, que eram suficientes para vencer.
O Leixões soube aguentar e esperar o momento certo, soube desgastar e desesperar o Sporting e depois num golpe de mágica matar o jogo numa estocada fatal.
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F . C . PORTO 2 - 0 V. GUIMARÃES ( lisandro, farias)
O jogo era decisivo, nas palavras do prof. Jesualdo.
Nada melhor que uma vitória para voltar uma página e a história mudar o rumo. Foi neste sentido que Jesualdo achou o jogo decisivo.
Três pontos de viragem, que foram cumpridos na integra, já que a entrega ao jogo foi total.
Assumiram a responsabilidade e quase vulgarizavam o V.Guimarães se não fossem tão perdoarios e se o guardião Nilson não estivesse atento.
Mas foi só no 2º tempo que confirmaram a sua vontade de vencer.
Lisandro encontrou espaço no meio da defesa vitoriana e marcou de cabeça, a centro de Meireles. O golo 50 , de Lisandro.
Estava quebrado o enguiço, que foi aumentado por Farias a passe de Lisandro. O 2-0 era lisonjeiro para os vimaranenses, que mesmo assim esteve à beira de reduzir. Helton foi chamado a intervir e bem.
O F.C Porto ganhou o decisivo e agora é para continuar, prof.?
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